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Preparar para maximizar o valor dos investimentos na cloud, fazendo parcerias com especialistas que conhecem o negócio.

A cloud provou a sua importância central para operações empresariais resilientes e sustentáveis e vantagem competitiva futura. Não estar substancialmente na cloud, impossibilita revelar os recursos que um negócio moderno requer - maior flexibilidade, agilidade e novas oportunidades de inovação. As empresas que continuam a adiar uma mudança para a cloud em escala não estão apenas a incorrer num custo de oportunidade, estão a arriscar a sua própria sobrevivência.

CONTACTOS
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Contactos




Paul Daugherty

Group Chief Executive – Technology, and CTO




Adam Burden

Lead, Intelligent Cloud and Engineering




Kishore Durg

Lead, Intelligent Cloud and Infrastructure












Inovar
e crescer

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As soluções em clouds especificas do setor são catalisadores para a inovação e crescimento.
Elas permitem experimentação em velocidade, incluindo o teste de novas formas de trabalhar. A cloud permite criar ambientes instantaneamente, experimentar várias ideias em simultâneo e ver o que funciona de forma rápida e segura. Trata-se de iterar mais rapidamente, testar protótipos mediante a procura e obter informações em tempo real para tomar decisões de negócio.

A cloud é também um catalisador para a reinvenção dos negócios através de tecnologias digitais avançadas, com o uso estratégico de dados, análises avançadas e Inteligência artificial.
Trata-se de aproveitar os dados em escala e desbloquear o seu valor com inteligência aplicada; melhorar a qualidade dos dados e utilizá-los de forma mais eficiente e assim economizar energia. Trata-se do potencial da combinação de tecnologias avançadas como machine learning e o vasto número de dispositivos de ponta ligados à IoT. Trata-se do poder da capacidade computacional escalável para suportar modelos de IA cada vez mais sofisticados. E trata-se de trabalhar mais de perto com fornecedores e parceiros, partilhando dados de forma segura para optimizar e acelerar cadeias de abastecimento ou possibilitando novos modelos de negócio.


Essenciais para a inovação e crescimento são os projetos de cloud específicos do setor que priorizam oportunidades de elevado retorno em relação aos imperativos de mudança relacionados com aceleração do crescimento, transformação digital e transformação de custos. Cada jornada na cloud deve ser conduzida no contexto do setor e das aspirações especificas de cada empresa.

O acesso a um ecossistema de parceiros pode ser uma inovação revolucionária. Através da colaboração com parceiros, é possível ganhar acesso a tecnologia de ponta.

Com a velocidade proporcionada pela cloud, e trabalhando com os hyperscalers e outros fornecedores de serviços, as empresas podem desviar o seu foco das operações comuns que atualmente absorvem tanta atenção das suas equipas. As pessoas e os investimentos podem ser libertados para se concentrarem na forma como os sistemas se podem adaptar ao que a empresa e os seus clientes vão precisar a seguir. E desta forma, obter resultados significativos.

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Exemplo de capacitação de
experimentação e inovação
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Exemplo de experimentação e inovação

O uso de serviços como AWS Braket ou Azure Quantum fornece uma zona segura para desenvolver e testar aplicações de computação quântica sem o custo dos investimentos proibitivos normalmente exigidos para apoiar tais iniciativas.

A Enel, uma empresa líder na Europa, procura reinventar-se na cloud. Usando a economia de custos proporcionada pela migração para a cloud computing a partir de 2015, transformou o seu negócio. Hoje, a ENEL desfruta de períodos go-to-market reduzidos, eficiência de custos otimizada e maior agilidade do negócio por via do uso da cloud pública. Além disso, a cloud permitiu que os seus mais de 37.000 colaboradores trabalhassem remotamente por via de meios de colaboração segura e do acesso a aplicações corporativas.


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Cloud is the mother of reinvention

Consider Enel, a leading European utility, looking to reinvent itself in the cloud. Using cost savings enabled by their migration to cloud starting in 2015, they have transformed their business. Today, ENEL enjoys reduced go-to-market times, optimized cost efficiency and greater business agility through use of public cloud. In addition, the cloud enabled its more than 37,000 employees to work remotely through secure collaboration and access to corporate applications.


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Executar e otimizar


Operar a estrutura de TI é fundamentalmente diferente na cloud. O modelo tradicional de gestão da capacidade através da compra e execução de hardware físico não funciona. É preciso gerir continuamente o consumo, a capacidade, o desempenho e, principalmente, o custo. Isto requer um conjunto de competências muito diferentes, bem como novas funções operacionais.

É aqui que muitos percursos de cloud falham. Sem monitorização e optimização constantes, especialmente das aplicações legadas, e sem aproveitar os serviços adequados ou mais recentes dos fornecedores da cloud para maximizar a relação desempenho/valor e sustentabilidade, os custos e desperdício vão aumentar rapidamente. É preciso ser pró-ativo. Ter pessoas que não reajam apenas aos picos de consumo, mas que entendam e antecipem o porquê de ocorrerem e como podem impactar a pegada de carbono de TI. Além disso, é preciso saber quais os processos de negócio envolvidos, o quão críticos são e como se encaixam.

A questão das competências é ainda mais ampla. A gestão na cloud é, em grande parte, um exercício de software no qual as equipas escrevem código para monitorizar e corrigir. Além disso, a maioria das empresas atualmente gerem um ambiente multi-cloud, incluindo uma combinação de SaaS, PaaS, cloud privada e soluções locais. Isto, sem dúvida, traz uma complexidade extra para a gestão e otimização, exigindo uma compreensão holística do patrimônio e competências profundas nas várias plataformas utilizadas.

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Impulsionado
pelas pessoas
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Impulsionado pelas pessoas

O talento necessário para fazer tudo isto bem feito escasseia a nível global. É por isso que muitas empresas optam por trabalhar com um parceiro. De acordo com a pesquisa da Accenture, é a principal razão pela qual as empresas consideram serviços geridos por terceiros.4 Fazê-lo ajuda a empresa a manter-se atualizada com o lançamento contínuo de novas funções/recursos por parte dos hyperscalers. Também liberta as equipas da gestão diária da cloud e permite-lhes criar capacidades especificas do setor, em áreas que realmente diferenciam o negócio.

Uma empresa global de recursos naturais, uma vez na cloud, trabalhou com a Accenture para otimizar suas operações na cloud e economizou aproximadamente

$1 milhão
por mês

em custos de backup, aplicando uma série de alavancas de otimização (p.e. removendo duplicações e redundâncias).


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Modernizar e escalar


Chegar à cloud não torna uma empresa nativa em cloud. Para fazer isso, é preciso modernizar, criando aplicações e serviços especificamente para um ambiente de cloud.

A empresa precisa de competências de IT ágeis e rápidas, para suportar ciclos acelerados de lançamento de produtos. É preciso que as aplicações sejam mais rápidas, mais eficientes e rentáveis, recodificadas para a cloud. É necessário ser capaz de trocar diferentes componentes, adicionando ou removendo, sem interrupção, abstraindo a infraestrutura e a plataforma subjacentes. É preciso pensar de forma holística sobre o fluxo de dados nos sistemas, o que é que a força de trabalho precisa para atingir níveis de desempenho elevados e como é que a organização está estruturada. E é necessário adotar novas tecnologias conforme a necessidade do cliente.

Tornar-se nativo na cloud é como aprender um novo idioma para a TI empresarial. Para aprender a falar de cloud é preciso mergulhar na cloud. Fazer isto em novas áreas é relativamente simples. Mas é inegável que este pode ser um compromisso substancial para organizações globais com grandes processos e infraestruturas legados.

A realidade é que, para aplicações críticas complexas com muitas interdependências, a modernização não é simples. Requer uma arquitetura forte desde o início. Não o fazer pode tornar os serviços dos hyperscalers ineficazes e prejudicar o valor esperado.

Requer também fortes competências de engenharia de software para construir código compatível com a cloud e que funcione bem com os sistemas legados.

É por isso que a modernização precisa ser um processo de longo prazo, cuidadosamente considerado e baseado numa sólida avaliação das aplicações. A estratégia precisa de ter em conta para onde a organização se dirige - e porquê - enquanto se constrói flexibilidade suficiente para se adaptar ao longo do tempo.

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Alcançar
novos patamares
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ALCANÇAR NOVOS PATAMARES
Mudar o modelo de operação e prosperar

A modernização é mais do que uma transformação tecnológica, é uma evolução do negócio. Requer, por isso, experiência do setor, competências de engenharia e mudanças no modelo operacional que permita às equipas possuir aplicações end-to-end com DevOps. Devem considerar-se igualmente melhorias nas plataformas de dados, na medida do apropriado. E deve também considerar analisar como incluir as funções de segurança, finanças e recursos humanos na plataforma com DevSecOps e FinOps. Por exemplo, uma grande empresa de utilities reduziu o custo do sistema de alerta de interrupção na rede de milhões para apenas $10 por ano, usando uma arquitetura orientada a eventos.

Em tudo isto é vital lembrar uma questão central: não se pode esperar que todas as estrelas se alinhem antes de se mover para a cloud e embarcar na modernização na cloud. Num mundo incerto, não é possível planear todas as contingências. Só é preciso dar o salto e começar.


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Aproveitar ao máximo os
hyperscalers


A maioria das empresas optará por trabalhar com pelo menos um dos hyperscalers públicos de cloud, como a Microsoft Azure, Amazon Web Services (AWS), Alibaba ou Google Cloud. E procuram tirar partido da escala global destes fornecedores, da sua profunda experiência e dos seus inúmeros serviços de cloud.

Tirar o máximo partido de um hyperscaler significa comprometer-se com uma parceria. As empresas estão a investir numa relação que irá durar anos. Além disso, os hyperscaler estão muitas vezes dispostos a investir para dar o primeiro passo nessa relação. Isto pode ser um impulso crítico para uma transformação digital, especialmente onde o financiamento é um problema, ajudando a suavizar a curva de investimento associado ao início da migração para a cloud. Mas é importante não focar apenas nos custos. A organização também precisa de considerar cuidadosamente o apoio que receberá do hyperscaler quanto à inovação, soluções especificas do setor, transformação digital e engenharia, não apenas durante a migração inicial, mas também mais à frente, onde possam existir oportunidades para explorar serviços de nível superior.

Uma equipa de peritos amplia o negócio:
Aproveitar o poder dos hyperscalers

Os hyperscalers estão nas suas próprias jornadas de inovação, investindo fortemente em áreas como a simplificação da migração, adaptação de serviços para clouds privadas e expansão até ao limite. Estão também a investir numa variedade de soluções cloud específicas de indústria para ampliar as fornecidas por prestadores de serviços e terceiros (p.e. HIPAA, PCI). Por exemplo, a GE Healthcare implementou a sua Health Cloud na Amazon AWS. A Johnson Controls utiliza os aceleradores de solução IoT da Microsoft Azure com o seu termostato inteligente GLAS para dar aos proprietários acesso remoto através de aplicações móveis e da web para que possam monitorizar e controlar as funções do sistema de aquecimento e arrefecimento. Além disso, o Stanford Center for Genomics and Personalized Medicine utiliza o Google Genomics para analisar centenas de genomas inteiros em dias e devolver os resultados das consultas em segundos, proporcionando ainda segurança fiável para os dados de ADN.

A inovação dos hyperscalers estende-se também à sustentabilidade, incorporando técnicas inovadoras para reduzir o consumo de energia nos data centers. A mudança para centros de hiperescala - enormes centros de dados baseados em cloud, administrados por grandes fornecedores de cloud em espaços com eficiência de infraestrutura - tornou a partilha de recursos de hardware e computação mais eficiente em termos de energia. O aumento do uso de energia renovável, como a implantação de servidores de arrefecimento com ar externo e a reutilização do calor residual, também está a ajudar na redução das emissões.

Uma empresa precisa de estar pronta e disposta a aproveitar toda esta inovação. É aí que um Centro de Excelência Cloud (ver anexo) pode ser fundamental, garantindo que a organização se mantém no topo da enorme gama de serviços e soluções de hyperscaling lançados a cada ano, entendendo o que ajudará o negócio (e o que não ajudará) e trabalhando com os proprietários de aplicações para facilitar a adoção.

Por exemplo, a Microsoft Azure lançou um vasto leque de serviços IoT de ponta, adquirindo competências no mercado Telco. Apesar de há pouco mais de um ano não ter qualquer experiência, hoje é capaz de responder a desafios complexos de edge-computing.

Para a maioria das organizações, a melhor forma de avançar será selecionar um hyperscaler principal para grande parte do trabalho fundamental, e trabalhar depois com um ou mais fornecedores secundários ditados pelas necessidades do negócio (regulatório, indústria, risco de concentração, trabalho especializado, comercial, etc.). Isto permite à organização adquirir competências e experiência essenciais numa única plataforma. Embora possa parecer tentador dividir o processo entre hyperscalers, o equilíbrio entre eles pode ser um desafio. O equilíbrio não pode ser o principal impulsionador, pois qualquer poupança que possa ser obtida, é anulada pela maior complexidade e requisitos de competências para múltiplas plataformas. Contudo, a funcionalidade especializada pode justificar o investimento adicional.

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Maximizar valor
através de um Centro de
a Cloud Excelência Cloud
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Maximizar valor através de um Centro de Excelência Cloud

Ao fornecer um único foco para os negócios e para a equipa de TI, um Centro de Excelência Cloud (COE) - uma pequena equipa multifuncional de especialistas - pode acelerar significativamente a adoção da cloud e o valor daí obtido. O COE traz governança central e direção para as opções de desenho e arquitetura cloud, ajuda a gerir a complexidade das soluções distribuídas e multi-cloud, evitando a confusão que pode surgir se cada área de negócio decidir seguir o seu próprio caminho.

Além disso, com o conhecimento centralizado em soluções de hiper escalabilidade, o COE está mais apto a acompanhar o fluxo constante de novos serviços lançados ao mercado. Ou seja, o COE pode impulsionar a agenda de inovação empresarial, ajudando a organização a aumentar sua maturidade na cloud.

O COE também tem uma função crítica de "marketing" interno, trabalhando com os proprietários das aplicações para explicar como alavancar as novas capacidades de hiperescala em seu benefício (seja redução de custos, desenvolvimento mais rápido ou novas capacidades centradas no cliente).


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RISE AND SHINE:
Harnessing the power of hyperscalers

The hyperscalers are on their own journeys of innovation, investing heavily in areas like streamlining migration, adapting services for private clouds and pushing out to the edge. In addition, they are investing in a variety of industry-specific cloud solutions to augment those provided by service providers and third-parties (e.g. HIPAA, PCI). For example, GE Healthcare is running its Health Cloud on Amazon AWS. Johnson Controls is employing Microsoft Azure’s IoT solution accelerators with its GLAS smart thermostat to give building owners remote access through web and mobile apps so that they can monitor and control features of the heating and cooling system. Also, Stanford Center for Genomics and Personalized Medicine is leveraging Google Genomics to analyze hundreds of entire genomes in days and return query results in seconds while providing reliable security for DNA data.

The hyperscalers’ innovation also extends to sustainability. Here, they are incorporating innovative techniques to bring down energy consumption at data centers. The shift to hyperscale centers—massive cloud-based data centers run by large cloud providers in infrastructure-efficient spaces—has made sharing hardware resources and computing more energy-efficient. Increasing the use of renewable energy, such as deploying cooling servers with outside air and reusing residual heat, is also helping reduce emissions.

An enterprise needs to be ready and willing to leverage all this innovation. That’s where a Cloud Center of Excellence (see inset) can be critical, ensuring the organization keeps on top of the huge range of hyperscaler services and solutions released each year, understanding which will help the business (and which won’t) and working with application owners to facilitate adoption. For example, Microsoft Azure has recently launched a number of edge and IOT services, acquiring Telco related capabilities. Where a year ago little to no capability existed, it is now able to address some fairly complex edge-computing use cases.

For most organizations, the optimal way forward will be to select a primary hyperscaler for the majority of mission-critical workloads, and then work with one or more secondary providers dictated by the specific needs of the business (regulatory, industry, concentration risk, specialized workloads, commercial, etc.). This enables the organization to build core skills and experience on one platform before introducing a second. While it might seem tempting to work equally with several hyperscalers, arbitraging between them can be challenging. Arbitrage can not be the principal driver since whatever savings may be gained is offset by increased complexity and substantially greater skills requirements for multiple platforms. However, specialized functionality may justify the added investment.


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Migrar e escalar

A cloud não é novidade. No entanto, a maioria das empresas apenas a experimentou. Por um conjunto de razões diferentes - tecnologia, segurança, complexidade, herança legada, propriedade de dados, psicologia humana - grande parte do trabalho permanece em data centres locais. Sem migrar a maioria do volume de trabalho para a cloud, não será possível obter o valor total para o negócio, incluindo torná-lo mais eficiente, resiliente e focado no cliente.

Passos para migrar em escala:

1

É preciso alinhar toda a empresa. A migração não pode ser um projeto apenas puramente orientado para TI. Quem trabalha noutras áreas do negócio deve fazer parte da solução, perceber que a cloud é um capacitador crítico para as iniciativas de negócio que impulsionam a eficiência, a inovação e o crescimento. Também é preciso uma liderança de topo forte para fornecer orientação.

2

Em segundo lugar, para evitar ficar que a organização fique presa num padrão de experimentação sem objetivo, é necessário focar na criação de valor durante e após a migração. Tratar a cloud como um meio, não como um fim em si mesmo. Não é suficiente dizer que se migrou um determinado número de cargas de trabalho e pensar que o trabalho está feito. Uma estratégia de cloud precisa de uma estrutura sistemática para fornecer e medir o valor para o negócio agora e no futuro - cobrindo tecnologia, operações e finanças. Isso, por sua vez, ajuda a fazer o business case para cada carga de trabalho e definir o estado pretendido na cloud (incluindo arquitetura, infraestrutura e modelo operacional). Isso é vital porque, da perspetiva do negócio, a migração pode parecer um grande esforço, com pouco retorno. É preciso definir o valor futuro e o potencial de transformação de cada aplicação, justificando claramente como o negócio beneficiará com a migração. Isso requer a classificação estratégica das aplicações e dados num índice de valor de negócio, atribuindo uma disposição de estado de destino padrão e entendendo as interdependências técnicas e os requisitos de localização de dados.

3

Por fim, também vale a pena dar prioridade aos "alvos mais fáceis". Esta é uma tarefa que envolve mais do que simplesmente considerar: "O que custa mais?". É preciso ponderar a redução de custos em relação a uma série de outros fatores: complexidade da aplicação, necessidades legadas, requisitos de localização de dados e conformidade, maiores interdependências e o valor potencial e inovação que podem surgir através da otimização nativa da cloud. A sequenciação cuidadosa e a priorização destes "alvos" mais fáceis pode ajudar a financiar migrações mais complexas.

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O percurso mais
inteligentepara escalar
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O percurso mais inteligente para escalar

Considere uma empresa farmacêutica global que migrou para a cloud à procura de uma maior flexibilidade. A migração bem-sucedida permitiu que realizasse testes de ensaios clínicos computadorizados, que antes levavam 60 horas, em apenas 80 minutos, uma melhoria de 98%. Da mesma forma, um banco australiano que fez a migração para a cloud foi capaz de implementar novos recursos online em apenas 30 minutos em vez de levar meses.

Embora o maior foco da migração seja em aplicações, não se deve esquecer os dados. As escolhas feitas em relação aos dados podem ter um impacto significativo na latência do sistema e desempenho geral. É por isso melhor considerar essas implicações no início do processo.


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O melhor percurso para
maximizar valor


As recentes disrupções só vieram reforçar a noção de que a cloud não é uma aspiração futura - é um imperativo urgente no core do negócio. A cloud oferece a promessa de maior eficiência, inovação acelerada e é um facilitador crítico das tecnologias digitais avançadas, que abrem a porta a novos modelos de negócios e fontes de receita. Mas uma migração apressada sem uma estratégia clara pode acabar por custar mais ao negócio, deixando as aplicações legadas existentes a aumentar o consumo - e os custos - a um ritmo alarmante.


Uma jornada inteligente para a cloud deve equilibrar os elementos condutores do negócio, as necessidades de tecnologia e as dinâmicas do setor para alcançar a combinação certa de escala, forma e velocidade para responder às necessidades especificas da sua organização. Não existe uma abordagem única que sirva todas as empresas. Em vez disso, cada uma será impulsionada pelo ambiente competitivo específico do seu setor e as aspirações individuais da empresa em relação à cloud. Consequentemente, a iniciativa de cloud deve começar com a definição do valor para o negócio que esta transformação tecnológica pode promover: identificar onde é que o impacto será gerado mais rapidamente em toda a empresa por meio de novas competências, eficiência de custos ou mitigação de risco. Irá requerer considerar fatores-chave, incluindo quantas formas de trabalho irão mudar, a estrutura organizacional e o modelo de negócio, o desempenho humano, o comportamento organizacional e a mentalidade. Com o valor identificado, podermos mapear a jornada e determinar como a cloud irá habilitar a estratégia e ambição geral do negócio. Existem cinco elementos essenciais para captar o valor total da cloud:

  • Migrar e escalar >
  • Aproveitar ao máximo os hyperscalers >
  • Modernizar e acelerar >
  • Gerir e otimizar >
  • Inovar e crescer >

Para maximizar os benefícios da cloud para o negócio são necessários os cinco elementos. Consideramos cada um deles individualmente.

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É fácil fazê-lo:
Cinco elementos essenciais para a ascensão

Migrate and scale up.
Colocar o trabalho na cloud, com rapidez, segurança e confiança, selecionando a infraestrutura certa para as necessidades empresariais.

Get the most from the hyperscalers.
Aplicar as inovações e investimentos dos grandes fornecedores da cloud e criar valor para o negócio.

Modernize and accelerate.
Aumentar a velocidade e agilidade organizacional reestruturando arquitecturas, aplicações e dados para a cloud.

Run and optimize.
Adotar novas formas de operação que impulsionam a cloud para níveis mais altos de desempenho de negócio e sustentabilidade.

Innovate and grow.
Usar a cloud como alavanca de transformação digital, criando uma base para a experimentação rápida, inovação e novos modelos de negócio.


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Migrar o core e voar mais alto

Todos sabemos que é essencial estar na cloud

Oferece maior flexibilidade, mais agilidade e novas oportunidades para a inovação. Não é de surpreender que mais de 90% das empresas atuais, tenham adotador a cloud1, de alguma forma.


Então, qual é o desafio?

Muitos dos esforços para adotar e escalar a cloud abrandaram ou estagnaram. Algumas organizações ficaram reféns de uma mentalidade experimental, sem noção de qual seria o destino da sua jornada para a cloud. Outras debateram-se para apresentar um plano de negócio claro para escalar o seu uso da cloud.

O resultado?

A maioria das empresas tem, em média, apenas cerca de 20-40%2 das suas cargas de trabalho na cloud, na sua maioria, as mais simples e menos complexas. E quase dois terços disseram não ter alcançado, até ao momento, os resultados esperados das suas iniciativas cloud.3

Para além destas preocupações, a COVID-19 gerou uma chamada de atenção sem precedentes. As organizações em todas as indústrias sentiram, de forma muito directa e impactante, a importância da resiliência, agilidade, adaptabilidade e escalabilidade dos sistemas.

Aceleração para
transformação
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Aceleração para transformação

À medida que as empresas tentaram ultrapassar a incerteza agravada pela pandemia, o seu foco deslocou-se para a sustentação das operações sujeitas a grande disrupção, tornando-se mais flexíveis para responder à procura altamente volátil dos clientes e gerir a dinâmica da força de trabalho em constante mudança e as crescentes necessidades de acesso remoto à rede.

Para muitas empresas, a pandemia não só introduziu novas disrupções nos seus sistemas e modelos de negócio (como por exemplo, a repentina redução da procura em várias indústrias como na energia, viagens e hotelaria), como também expôs fraquezas pré-existentes nesses sistemas.

10%


De acordo com a pesquisa que realizámos antes da pandemia, apenas uma pequena minoria das empresas - as 10% principais- dominava a resiliência dos sistemas. É imperativo que as empresas que entraram na crise com lacunas significativas, realizem todo o potencial da cloud para possibilitar mudanças a curto e longo prazo. Se o fizerem, podem mitigar o risco do negócio, maximizar o potencial humano, permitir a transformação do negócio e emergir mais fortes, capazes de mudar e prosperar, apesar da incerteza contínua.

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Cloud Ascent

A cloud é um imperativo para os negócios:
como maximizar o seu valor

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