Subindo alto e além



Prepare-se para maximizar o valor dos investimentos em cloud se associando a especialistas que entendem o coração do seu negócio.

A nuvem comprovou sua importância para operações resilientes e sustentáveis e para a vantagem competitiva futura. Se você não está verdadeiramente na nuvem, não espere liberar as capacidades que uma empresa moderna requer - flexibilidade, agilidade e oportunidades de inovação. As companhias que continuarem a adiar a mudança para cloud não estão apenas incorrendo num custo de oportunidade, mas sim arriscando sua própria sobrevivência.

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Contatos




Paulo Ossamu

Technology Latam Lead




Moyses Rodrigues

Sales Latam Lead




André Oliveira

Intelligent Cloud & Engineering Latam Lead












Inovar
e crescer

Cloud é a mãe da reinvenção dos negócios.
Ela permite a experimentação veloz. Permite criar ambientes instantaneamente, experimentar várias ideias de uma vez e ver o que está funcionando de maneira rápida e segura. Trata-se de iterar mais rápido, testar protótipos sob demanda e obter informações em tempo real para basear as decisões de negócios.

Cloud também é catalisador para a reinvenção dos negócios com o uso estratégico de dados, analytics e IA.
Trata-se de alavancar dados em escala e destravar valor com inteligência aplicada. Trata-se de melhorar a qualidade dos dados e seu uso mais eficiente. Trata-se do potencial combinatório de tecnologias avançadas, como machine learning, e os inúmeros futuros dispositivos de borda conectados à Internet das Coisas. Trata-se do poder da computação escalável para suportar modelos de IA cada vez mais sofisticados. E trata-se de trabalhar de perto com fornecedores e parceiros, compartilhar dados com segurança para otimizar e acelerar cadeias de suprimentos ou ativar novos modelos de negócios.


O acesso a um ecossistema de parceiros pode ser um divisor de águas na inovação. Por meio da colaboração, é possível obter acesso à tecnologia de ponta.

Com a velocidade trazida por cloud e trabalhando com hyperscalers e outros provedores de serviços, as empresas podem tirar o foco das operações básicas, que atualmente requerem grande parte da atenção de suas equipes. Pessoas e recursos podem ser liberados para se concentrar em como os sistemas podem se adaptar ao que a empresa e seus clientes precisarão a seguir. Quando tudo de agrupa, os resultados podem ser significativos.

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Exemplo de Experimentação
e Inovação
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Exemplo de Experimentação e Inovação

O uso de serviços como o AWS Braket ou o Azure Quantum oferece uma sandbox para desenvolver e testar aplicativos de computação quântica sem os custos proibitivos normalmente associados ao suporte dessas iniciativas.

Vejam o caso da ENEL,uma grande concessionária de serviços da Europa: usando a economia de custos viabilizada pela migração para cloud a partir de 2015, ela transformou seus negócios. Hoje, a ENEL tem o tempo de go-to-market reduzido, uma eficiência de custos otimizada e maior agilidade com o uso de cloud pública. Além disso, a nuvem permitiu que seus mais de 37 mil funcionários trabalhem remotamente por meio de colaboração segura e acesso a aplicativos corporativos.


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Cloud is the mother of reinvention

Consider Enel, a leading European utility, looking to reinvent itself in the cloud. Using cost savings enabled by their migration to cloud starting in 2015, they have transformed their business. Today, ENEL enjoys reduced go-to-market times, optimized cost efficiency and greater business agility through use of public cloud. In addition, the cloud enabled its more than 37,000 employees to work remotely through secure collaboration and access to corporate applications.


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Executar e otimizar


A operação dos ativos de TI é diferente na nuvem. O modelo tradicional de gestão da capacidade por meio da compra e execução de hardware físico não funciona. Em vez disso, é fundamental gerenciar consumo, capacidade, desempenho e, em especial, custos. Isso requer habilidades muito diferentes, assim como novas funções operacionais.

É aqui que muitas jornadas para a nuvem dão errado. Se você não estiver monitorando e otimizando a capacidade, especialmente em aplicativos legados, e aproveitando os serviços certos ou mais recentes dos provedores de nuvem para maximizar a relação desempenho/valor e sustentabilidade, logo você verá um aumento nos custos e desperdícios. É preciso ser proativo e ter profissionais que entendam e antevejam por que picos de consumo estão acontecendo e como afetam a pegada de carbono da TI. Além disso, essas pessoas precisam saber quais processos de negócios estão envolvidos, quão críticos eles são e como todos se encaixam.

A questão das habilidades fica ainda mais ampla. A gestão na nuvem é um exercício de software no qual as equipes escrevem código para monitorar e corrigir os ativos. Hoje em dia, a maioria das empresas gerenciará um ambiente multicloud e incluirá uma combinação de SaaS, PaaS, nuvem privada e soluções no local. Sem dúvida, isso traz complexidade extra à gestão e otimização, exigindo um entendimento holístico dos ativos e profundas habilidades nas várias plataformas utilizadas.

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Impulsionado
por pessoas
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Impulsionado por pessoas

O talento necessário para fazer isto bem está escasso no mundo inteiro. É por isso que muitas empresas optam por trabalhar com um parceiro. De acordo com pesquisa da Accenture, esse é o principal motivo de as empresas optarem por serviços gerenciados por terceiros.4 Isso ajuda-as a se manterem atualizadas com o lançamento contínuo de novas funções/recursos pelos hyperscalers. E também libera as equipes das tarefas diárias de gestão de cloud, permitindo que desenvolvam atividades em áreas que realmente diferenciam a empresa.

Uma empresa global de recursos naturais, uma vez na nuvem, recorreu à Accenture para a ajudar a otimizar suas operações de cloud e economizou aproximadamente

US$ 1 milhão
por mês

em custos de backup aplicando várias alavancas de otimização (ex.: removendo duplicidades e redundâncias).


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Modernizar e acelerar


Chegar à nuvem não torna sua empresa nativa de cloud. Para conseguir isso, é preciso modernizar, desenvolvendo aplicativos e serviços específicos para um ambiente cloud.

Você precisa de uma capacidade de TI com velocidade e agilidade, capaz de suportar ciclos acelerados de lançamento de produtos. Você necessita ter aplicativos mais rápidos, mais eficientes e econômicos refatorados (recodificados) para a nuvem. Você precisa poder pôr e tirar diferentes componentes sem rupturas, removendo infraestrutura e plataforma subjacentes. Você terá de pensar de forma holística sobre o fluxo de dados. E é importante adotar novas tecnologias conforme a necessidade dos clientes.

Tornar-se nativo na nuvem é como aprender um novo idioma para a TI corporativa. Se você quer falar cloud, é preciso fazer uma imersão nela. Fazer isso para o desenvolvimento greenfield é relativamente simples. Mas não há como fugir do fato de que essa pode ser uma tarefa considerável para organizações globais com grandes ativos legados.

A realidade é que, para aplicativos complexos, a modernização não pode acontecer da noite para o dia. Ela requer de antemão uma arquitetura forte. O não desenvolvimento dessa arquitetura pode inviabilizar os serviços dos hyperscalers e comprometer o valor esperado.

É por isso que a modernização precisa ser um processo bem pensado e de longo prazo, baseado numa sólida avaliação de aplicativos. A estratégia precisa levar em consideração para onde caminha a organização, enquanto cria flexibilidade suficiente para se adaptar ao longo do tempo.

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Suba a
novas alturas
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SUBA A NOVAS ALTURAS
Mude seu modelo operacional e prospere

A modernização requer a alteração do modelo operacional para permitir que as equipes sejam donas dos aplicativos end-to-end com o DevOps. A modernização deve considerar melhorias nas plataformas de dados. Além disso, ela deve examinar como trazer as funções de segurança, finanças e RH com o DevSecOps e o FinOps. Uma grande concessionária de utilities reduziu os custos de alertas de interrupção do sistema de milhões para menos de US$ 10 por ano, usando uma arquitetura sem servidor orientada por eventos.

Em tudo isso, é fundamental lembrar um ponto importante: Não dá para esperar o alinhamento de todas as estrelas para fazer a migração e iniciar a modernização da nuvem. Num mundo de incertezas, não é possível planejar para todas as contingências. Basta entrar e começar.


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Aproveitar ao máximo os
hyperscalers


A maioria das empresas optará por trabalhar com algum dos hyperscalers de nuvem pública, como Microsoft Azure, Amazon Web Services (AWS), Alibaba ou Google Cloud. Elas buscarão aproveitar a escala, a profunda experiência e os vários serviços de cloud desses provedores.

Aproveitar ao máximo um hyperscaler é se comprometer com uma parceria. As empresas estão investindo num relacionamento de anos. Além disso, os hyperscalers muitas vezes estarão dispostos a investir recursos próprios para dar o pontapé inicial nesse relacionamento. Isso pode ser um grande impulso para uma transformação digital, especialmente quando o financiamento é difícil. Mas é importante não se prender apenas ao custo. A empresa também precisa considerar cuidadosamente o suporte que receberá de um hyperscaler em termos de inovação, transformação digital e engenharia.

Um time de especialistas amplia a sua empresa:
Aproveitando o poder dos hyperscalers

Os hyperscalers trilham suas próprias jornadas de inovação, investindo em como agilizar a migração, adaptar serviços para nuvens privadas e estender até a borda. Além disso, eles estão investindo numa série de soluções de cloud setoriais específicas para aumentar as nuvens fornecidas por provedores de serviços e terceiros (ex.: HIPAA, PCI). Por exemplo, a GE Healthcare está rodando sua Health Cloud no Amazon AWS. A Johnson Controls está empregando aceleradores de solução de IoT do Microsoft Azure em seu termostato inteligente GLAS para dar aos proprietários de edifícios acesso remoto para monitorar e controlar os sistemas de aquecimento e refrigeração. Também o Stanford Center for Genomics and Personalized Medicine está usando o Google Genomics para analisar centenas de genomas em poucos dias e retornar com resultados em segundos, fornecendo segurança confiável para dados de DNA.

A inovação dos hyperscalers também se estende à sustentabilidade. Aqui, eles estão incorporando técnicas inovadoras a fim de reduzir o consumo de energia nos data centers. A mudança para centros de hiperescala - grandes centros de dados baseados em nuvem, administrados por grandes provedores de cloud em espaços com infraestrutura eficiente - tornou o compartilhamento de recursos de hardware e a computação mais eficientes em termos de energia. Aumentar o uso de energia renovável também está ajudando a reduzir emissões.

Uma empresa precisa estar disposta a tirar proveito de toda essa inovação. É aí que um Centro de Excelência em Nuvem (ver destaque) pode ser crítico, garantindo que a organização se mantenha no topo da enorme variedade de serviços e soluções de hyperscalers lançados todos os anos, entendendo quais ajudarão a empresa e trabalhando com donos de aplicativos para facilitar a adoção.

Por exemplo, o Microsoft Azure lançou vários serviços de borda e IOT, com recursos relacionados a telecomunicações. Onde há um ano existia pouca competência, hoje é capaz de resolver alguns casos bastante complexos de uso de computação de borda.

Para a maioria das companhias, o melhor caminho será escolher um hyperscaler principal para a maioria das cargas de trabalho de missão crítica e depois trabalhar com um ou mais fornecedores secundários em função das especificidades da empresa (regulatórias, do setor, de risco de concentração, comerciais etc.). Isso permite desenvolver habilidades e experiência essenciais numa plataforma. Embora possa parecer tentador trabalhar com vários hyperscalers, arbitrar entre eles pode ser um desafio. Esse não pode ser o principal fator de decisão, pois qualquer economia obtida é neutralizada pelo aumento da complexidade e por exigências de habilidades maiores para múltiplas plataformas. Porém, a funcionalidade especializada poderá valer o investimento adicional.

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Maximizar valor por meio de
Centro de Excelência em
Nuvem
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Maximizar valor por meio de Centro de Excelência em Nuvem

Um único ponto focal para os negócios e para a TI, um Centro de Excelência em Nuvem (CCOE - Cloud Center of Excellence) - com pequena equipe de especialistas multifuncionais - pode acelerar a adoção de cloud e o valor obtido com ela. O CCOE conduz governança central e direcionamento às opções de arquitetura e design, ajudando a gerenciar as complexidades das soluções distribuídas e multicloud e evitando a confusão, caso cada área da empresa decida seguir seu próprio caminho.

Além disso, com o conhecimento centralizado em soluções de hyperscalers, o CCOE consegue acompanhar melhor o fluxo constante de novos serviços lançados no mercado. Isso significa que o CCOE pode impulsionar a agenda de inovação da empresa, ajudando-a a aumentar sua maturidade na nuvem.

O CCOE também tem uma função de "marketing" interno, trabalhando com os donos dos aplicativos para explicar o uso de novos recursos do hyperscaler em seu benefício (seja economia de custos, desenvolvimento mais rápido ou novos recursos centrados no cliente).


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RISE AND SHINE:
Harnessing the power of hyperscalers

The hyperscalers are on their own journeys of innovation, investing heavily in areas like streamlining migration, adapting services for private clouds and pushing out to the edge. In addition, they are investing in a variety of industry-specific cloud solutions to augment those provided by service providers and third-parties (e.g. HIPAA, PCI). For example, GE Healthcare is running its Health Cloud on Amazon AWS. Johnson Controls is employing Microsoft Azure’s IoT solution accelerators with its GLAS smart thermostat to give building owners remote access through web and mobile apps so that they can monitor and control features of the heating and cooling system. Also, Stanford Center for Genomics and Personalized Medicine is leveraging Google Genomics to analyze hundreds of entire genomes in days and return query results in seconds while providing reliable security for DNA data.

The hyperscalers’ innovation also extends to sustainability. Here, they are incorporating innovative techniques to bring down energy consumption at data centers. The shift to hyperscale centers—massive cloud-based data centers run by large cloud providers in infrastructure-efficient spaces—has made sharing hardware resources and computing more energy-efficient. Increasing the use of renewable energy, such as deploying cooling servers with outside air and reusing residual heat, is also helping reduce emissions.

An enterprise needs to be ready and willing to leverage all this innovation. That’s where a Cloud Center of Excellence (see inset) can be critical, ensuring the organization keeps on top of the huge range of hyperscaler services and solutions released each year, understanding which will help the business (and which won’t) and working with application owners to facilitate adoption. For example, Microsoft Azure has recently launched a number of edge and IOT services, acquiring Telco related capabilities. Where a year ago little to no capability existed, it is now able to address some fairly complex edge-computing use cases.

For most organizations, the optimal way forward will be to select a primary hyperscaler for the majority of mission-critical workloads, and then work with one or more secondary providers dictated by the specific needs of the business (regulatory, industry, concentration risk, specialized workloads, commercial, etc.). This enables the organization to build core skills and experience on one platform before introducing a second. While it might seem tempting to work equally with several hyperscalers, arbitraging between them can be challenging. Arbitrage can not be the principal driver since whatever savings may be gained is offset by increased complexity and substantially greater skills requirements for multiple platforms. However, specialized functionality may justify the added investment.


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Migrar e escalar

Cloud não é novidade. Porém, muitas empresas ainda estão só tateando. Por vários motivos - tecnologia, segurança, complexidade, legado, soberania de dados, psicologia humana - muitas cargas de trabalho permanecem nos data centers on-premise. A menos que você migre a maior parte dos processos para a nuvem, você não conseguirá realizar todo o valor do seu negócio, inclusive tornar sua empresa mais eficiente, resiliente e focada no cliente.

Passos para migrar em escala:

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Primeiro, é preciso envolver toda a empresa. A migração não deve ser um exercício conduzido unicamente por TI. Pessoas de outras áreas precisam participar da solução e entender que a nuvem é importante viabilizador de iniciativas de negócios que geram eficiência, inovação e crescimento. Também precisa haver forte envolvimento da liderança.

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Segundo, para evitar ficar preso a um padrão de experimentação, é necessário manter foco constante na obtenção de valor ao longo da migração e depois. Trate a nuvem como um meio, não um fim. Não basta dizer que você migrou um número X de tarefas e achar que o trabalho está concluído. Uma estratégia de cloud requer estrutura sistemática para criar e mensurar valor para a empresa agora e no futuro - cobrindo tecnologia, operações e finanças. Isso ajuda a preparar o business case para cada carga de trabalho e a definir a dimensão-alvo da nuvem (incluindo arquitetura, infraestrutura e modelo operacional). Isso é vital porque, do ponto de vista comercial, a migração pode parecer muito esforço para pouco retorno. É preciso definir o valor futuro e o potencial de transformação de cada aplicativo, justificando claramente como a empresa se beneficiará com a migração.

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Por fim, também vale a pena priorizar os "ganhos rápidos". Isso envolve muito mais do que simplesmente considerar: o que elimina mais custo? É importante avaliar a economia frente a vários outros fatores: complexidade do aplicativo, necessidades legadas, armazenamento de dados e requisitos de conformidade, interdependências de "cauda longa" e o potencial de valor e inovação que podem ser liberados por meio da otimização da nuvem. Sequenciamento cuidadoso e priorização dos ganhos rápidos podem ajudar a financiar migrações mais complexas.

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A trilha mais
inteligente
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A trilha mais inteligente para escalar

Considere uma empresa farmacêutica que se mudou para a nuvem em busca de maior elasticidade. A migração permitiu realizar simulações de testes clínicos com uso intensivo de computador, que antes demandavam 60 horas e agora são feitas em apenas 1,2 hora na nuvem - uma melhoria de 98%. Da mesma forma, um banco australiano que mudou para a nuvem conseguiu implantar novos recursos on-line em apenas 30 minutos, em vez de meses.

Embora grande parte do foco da migração esteja nos aplicativos, não podemos esquecer dos dados. As escolhas em relação aos dados podem ter impacto significativo na latência do sistema e no desempenho geral. É melhor considerar essas implicações no início do processo.


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A rota inteligente para
maximizar valor


As recentes disrupções apenas reforçaram a noção comum de que cloud não é uma aspiração futura - é um imperativo urgente no coração das empresas. Mas uma migração apressada sem estratégia definida pode acabar custando mais às empresas, fazendo com que os atuais aplicativos legados aumentem o consumo - e os custos - num ritmo veloz.


Uma jornada inteligente na nuvem precisa balancear velocidade e valor. Embora não exista uma abordagem única, todas devem começar definindo o valor, mapeando a jornada e determinando como a nuvem viabilizará a estratégia e a ambição gerais dos negócios. Existem cinco elementos essenciais para aproveitar totalmente o valor de cloud:

  • Migrar e escalar >
  • Aproveitar ao máximo os hyperscalers >
  • Modernizar e acelerar >
  • Executar e otimizar >
  • Inovar e crescer >

Para maximizar o benefício de cloud para a empresa, você precisará dos cinco elementos. Vamos analisar cada um deles.

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Fácil:
Cinco elementos essenciais para a jornada

Migrar e escalar.
Leve seu trabalho para a nuvem com rapidez, segurança e confiança; escolha a infraestrutura correta para as suas necessidades.

Aproveitar ao máximo os hyperscalers.
Aplique as inovações e investimentos dos grandes provedores de cloud para gerar valor para a sua empresa.

Modernizar e acelerar.
Aumente sua velocidade e agilidade organizacional reestruturando arquiteturas, aplicativos e dados para a nuvem.

Executar e otimizar.
Adote formas de operação que levem seu estágio na nuvem a patamares mais altos em termos de desempenho e sustentabilidade.

Inovar e crescer.
Use cloud como ferramenta de transformação digital, criando a base para experimentação rápida, inovação e novos modelos de negócios.


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Migre sua essência e voe

Todos sabemos que cloud é o lugar para se estar

Ela oferece mais flexibilidade, agilidade e novas oportunidades para inovar. Logo, não é de surpreender que mais de 90% das empresas de hoje adotaram alguma forma de cloud. 1


Então, qual é o desafio?

Muitos dos esforços para adotar e escalar a nuvem foram reduzidos ou paralisados. Algumas empresas ficaram presas a uma mentalidade experimental. Outras tiveram dificuldade em preparar um claro business case para justificar a escala do seu uso de nuvem.

O resultado?

As empresas têm em média apenas de 20 a 40%2 da carga de trabalho na nuvem, e grande parte dessa carga é de processos mais fáceis e menos complexos. Quase dois terços afirmaram ainda não ter alcançado os resultados esperados de suas iniciativas em cloud.3

Além destas preocupações, a questão da COVID-19 serviu como um sinal de alerta. Organizações de todo o mundo foram advertidas sobre a importância da resiliência, agilidade, adaptabilidade e escalabilidade dos sistemas.

Aceleração para
a transformação
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Aceleração para a transformação

Com as empresas tentando lidar com as incertezas atuais, o foco de sua atenção mudou para continuar operando em tempos de disrupções, flexibilizando para atender à demanda altamente volátil dos clientes e administrando as necessidades cada vez maiores de acesso remoto à rede.

Para muitas companhias, a pandemia não só trouxe novas rupturas aos sistemas corporativos, como também expôs deficiências preexistentes nesses ambientes.

10%


De acordo com pesquisa realizada antes da pandemia, apenas uma pequena minoria de empresas (10%) dominava a resiliência de sistemas. É fundamental que as que entraram na crise com lacunas significativas adotem a nuvem com urgência. Se o fizerem, poderão mitigar os riscos dos negócios, emergir mais fortes e estar preparadas para prosperar em meio às incertezas no futuro.

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Ascensão
de Cloud

A nuvem é o imperativo para os negócios:
como maximizar seu valor

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