RELATÓRIO DE PESQUISA
IA soberana: Domine seu futuro em IA
Do gerenciamento de riscos ao crescimento acelerado – por que os CEOs e os líderes governamentais devem ser responsáveis pela próxima fase da IA
5 MINUTOS DE LEITURA
3 novembro 2025
RELATÓRIO DE PESQUISA
Do gerenciamento de riscos ao crescimento acelerado – por que os CEOs e os líderes governamentais devem ser responsáveis pela próxima fase da IA
5 MINUTOS DE LEITURA
3 novembro 2025
A inteligência artificial não é mais uma tecnologia promissora, ela sustenta a competitividade dos países e a própria continuidade das empresas. Mas hoje, a base da IA, seu poder computacional, dados e modelos, estão concentrados em poucos grupos. Isso cria dependências que levantam questões sobre segurança nacional, competitividade e inovação. O cenário geopolítico atual deixa esses riscos ainda mais evidentes.
A boa notícia é que o caminho para a mitigação de riscos e resiliência também revela uma grande oportunidade.
A IA soberana, quando bem implementada, permite aproveitar tecnologia global junto com inovação local, com mecanismos de segurança integrados desde o começo. É uma gama de soluções criadas para aumentar a resiliência e impulsionar o valor local.
À medida que setores e governos avançam para ter seu próprio futuro de IA, entender onde a maturidade de soberania se encontra é fundamental para identificar oportunidades, lacunas e potencial de crescimento.
Para avaliar esse nível de prontidão, desenvolvemos o Índice de Maturidade Soberana (Sovereign Maturity Index), que mede a soberania digital e de IA de uma organização em uma escala de 0 a 100.
das organizações pesquisadas dizem que tensões geopolíticas as deixam mais propensas a buscar tecnologia soberana.
As organizações mais avançadas em IA soberana se posicionam de forma ágil e audaciosa, atuando simultaneamente no ataque e na defesa.
Nossa pesquisa mostra quatro prioridades decisivas que colocam os líderes à frente.
A soberania em IA está em discussão mundialmente, mas apenas 15% das organizações a transformaram em prioridade do CEO ou do conselho. Sem responsabilidade no mais alto nível, a IA soberana se torna um item de compliance, o que deixa as organizações vulneráveis a riscos geopolíticos e concessões estratégicas. Levar a soberania para a agenda do CEO e do conselho vai além da governança; é uma estratégia de força que gera confiança, impulsiona o crescimento e permite que as organizações definam as regras da IA, em vez de apenas segui-las.
Veja como os CEOs podem agir agora para moldar o futuro da IA:
15%
CEO ou Conselho
19%
Equipe de infraestrutura de TI/nuvem
29%
Diretor de compliance ou Diretor de risco
37%
Diretor de dados ou Diretor de IA
Não existe competitividade sem soberania: Aqueles que lideram moldarão os mercados; aqueles que ficam para trás correm o risco de serem excluídos. Encarar a IA soberana somente como gestão de riscos coloca as organizações em uma posição defensiva, limitando o crescimento e a colaboração. A oportunidade real reside na criação de IA que fala a linguagem do seu mercado, de forma literal e figurativa, criando confiança no cliente, alimentando a inovação local e abrindo novos fluxos de receita.
46%
compliance
28%
controle sobre dados críticos
27%
necessidades de segurança
13%
monetização ou adaptação da IA ao valor local
A infraestrutura de inteligência artificial está se fragmentando rapidamente: Agora, a escolha é a única maneira de atender às necessidades multifacetadas entre provedores, arquiteturas, modelos e serviços. Ver a soberania como algo absoluto pode levar a mudanças sistêmicas custosas, aumentar a dependência de grandes players globais e expor organizações quando houver mudanças nas regras internacionais. Qual é a decisão mais inteligente? Criar um ecossistema flexível que una a escala global à confiança local, garantindo agilidade, resiliência e uma vantagem competitiva marcante.
55%
estão considerando fornecedores soberanos locais e globais
27%
dependem exclusivamente de provedores soberanos locais
19%
dependem apenas de opções soberanas globais
A IA generativa e baseada em agentes remodela os fluxos de trabalho, as regulamentações se tornam mais rigorosas e a conformidade estática não é mais suficiente. Por isso, este é o momento de repensar sua arquitetura voltada à inteligência, e não apenas à infraestrutura. Com os insights e controles corretos em todas as camadas da pilha de IA, da infraestrutura aos modelos e aplicativos, as organizações podem escalar inovação enquanto incorporam confiança, resiliência e agilidade.
60%
dados
46%
infraestrutura
32%
aplicações
22%
modelos de IA