Há cada vez mais ligação entre as empresas do mercado tecnológico: todas trabalham em conjunto, pois o trabalho isolado é cada vez mais difícil de concretizar num mercado que é global e tem necessidade de diferentes respostas.

“É muito difícil para uma única entidade estar na vanguarda daquilo que se faz a nível mundial. Cada vez mais a inovação é distribuída por pequenas empresas, pequenas startups, também empresas maiores que se tornam especialistas em determinadas áreas”, disse em entrevista ao Dinheiro Vivo/TSF.

“Há cada vez mais inovação e cooperação, e não tanto competição, mas cada vez mais essas empresas [tecnológicas] precisam umas das outras para desenvolver algo maior e com impacto”, sublinhou Carlos Silva.

Na opinião do Innovation Lead da Accenture Portugal, “é uma questão de estar atento a tudo o que vai acontecendo e ter acesso ao melhor que se vai fazendo nos vários sítios”.

Apesar de este ambiente de maior colaboração entre empresas, a ‘boa e velha’ concorrência está para ficar. “Há sempre concorrência, mas há cada vez mais pontos de contacto entre os vários players neste ecossistema de inovação e são estes pontos de contacto que têm de ser explorados”.

Dinheiro Vivo | 07/11/2018 | Carlos Silva

Carlos Silva

Innovation Lead – Accenture Portugal

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