FULL VALUE.
FULL STOP.

Os Future Systems permitem
inovação em escala e a maximização
do valor gerado.

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Em Resumo

  • Os C-suite estão a investir na tecnologia mais recente, mas não estão necessariamente a capturar todo o potencial valor para os seus negócios.
  • Descodificámos a utilização estratégica da tecnologia empresarial ao estudar as organizações “Leaders” - que constroem o que chamamos de Future Systems -, e as “Laggards”, que estão a investir mas não estão a crescer e a atingir o valor total da inovação.
  • A fasquia é elevada: as receitas das “Leaders” estão a crescer 2 vezes mais, em comparação com as “Laggards”.
  • As organizações devem adoptar os comportamentos e os métodos das “Leaders” de forma a colmatar a sua lacuna na inovação e construir Future Systems - sem barreiras, adaptáveis e radicalmente humanos.

A tecnologia é omnipresente,
o valor não.

A lacuna crescente na conquista da inovação

Sob uma enorme pressão para potenciar o crescimento, os C-suite estão a adoptar tecnologias que permitem gerar novas capacidades e aplicações. No entanto, muitos deles ainda lutam para conseguir alargar a inovação a todas as áreas da organização.

Este ponto cria o que chamamos de lacuna na conquista da inovação – a diferença entre o investimento na tecnologia de inovação e o valor atingido por esse mesmo investimento.

O valor total ou potencial é difícil de atingir, em parte devido à permanência do que designamos como TI convencional – que abrange desde aplicações de software, hardware, telecomunicações, infraestruturas, a data centers – que não foram construídas para o mundo atual de analytics, sensores, computação móvel, aplicações com base em inteligência artificial, IoT, entre tantos outros dispositivos. Bem como também não foi desenhada para se adaptar ao futuro, seja este qual for.

Contudo, tanto as organizações digitais nativas como as empresas tradicionais, têm dificuldade em ultrapassar estas lacunas na conquista de valor.

Descobrimos que o crescimento, seja qual for o tipo de organização, depende de uma adopção estratégica no investimento tecnológico, sistemática e sequencial, alinhada com os Future Systems – sistemas capazes de escalar a inovação de forma continuada no tempo e de conceder às organizações a agilidade estratégica que necessitam.

Tech is everywhere

Future Systems: À procura de novo valor

Organizações no top 10% - aquelas a que nos referimos como “Leaders” – crescem 2 vezes mais a sua receita que as Laggards.

Maximizar o valor do investimento em tecnologia

Descubra o caminho que as organizações líderes estão a seguir para reiventar a sua tecnologia empresarial.

Trabalhar os sistemas

Para validar esta informação, realizámos o maior estudo de sistemas corporativos de sempre, recolhemos dados de mais de 8,300 estratégias de sistemas de organizações de TI, ao questionar sobre:

  • adoção de tecnologia
  • penetração das tecnologias adoptadas
  • cultura organizacional

Foi segundo estes critérios que classificámos as organizações e apelidámos de “Leaders” as que se encontram no top 10%, e de “Laggards” as que se encontram abaixo de 25%. Ao acompanhar os indicadores de performance entre 2015 e 2023 (estimado), conseguimos observar uma forte correlação entre a adopção de tecnologia e consequentemente, o valor atingido ou esperado.

A diferença é impressionante: As “Leaders” crescem a sua receita 2x mais, em comparação com as “Laggards”.

E a perda de valor potencial não capturado é ainda maior.

Em 2018, as “Laggards” perderam 15% da sua receita anual. Se não houver uma mudança, estas poderão perder até 46% da sua receita anual em 2023.

Laggards annual revenue graph 2 Laggards annual revenue graph 3 Laggards annual revenue graph 4

Este modelo ilustrativo mostra que a diferença entre as receitas das “Leaders” e das “Laggards” poderá ser ainda maior. O crescimento esperado é representado pela linha roxa, e o das “Laggards” pela linha azul. Os valores em dólares ilustram o custo da oportunidade para uma organização hipotética com 10 mil milhões de receita em 2015.

Capturar o valor

As organizações “Leaders” têm uma posição estratégica perfeitamente definida em relação à tecnologia e uma visão clara de como os Future Systems das organizações devem ser.

Enquanto algumas organizações são originalmente “Leaders”, outras transformam-se em tal: Todos podem replicar os métodos e comportamentos das top 10%.

Não se trata apenas da adopção de novas ferramentas; estas organizações priorizam e implementam os investimentos em tecnologia de forma sequencial e optimizada. Para além disso, desenvolvem o que designamos como “Future Systems” num contexto em que os seus negócios adoptam sistemas vivos e interligados, de tecnologias e pessoas. Como resultado, os seus sistemas permitem que haja um fluxo contínuo de inovação de produtos e serviços, de um processo para o outro.

As “Laggards”, por outro lado, acreditam numa abordagem “fast follower”, ao implementarem tecnologias como soluções pontuais e individuais, sem um plano para implementar um sistema sustentável. Desta forma, quando surge uma inovação potencialmente revolucionária, não a conseguem escalar devidamente.

Vamos analisar ao pormenor a razão das “Leaders” estarem a construir Future Systems de sucesso, sem barreiras, adaptáveis e radicalmente humanos:

Sem barreiras

Os sistemas sem barreiras aproveitam essa capacidade de integração de forma a criar novos espaços onde ideias e parcerias podem crescer.

Historicamente, as componentes de TI – base de dados, aplicações e infraestruturas – têm sido tratadas como entidades independentes. Atualmente, essa divisão está a desvanecer.

As organizações sem barreiras utilizam a cloud, têm uma abordagem uniforme aos dados, segurança e controlo e estabeleceram processos para explorar parcerias não convencionais negócio/tecnologia.

75
%
Pie chart 75%

das organizações que participaram no estudo afirma que os sistemas estão a quebrar barreiras entre dados, infraestruturas e aplicações, entre humanos e máquinas, e até entre organizações concorrentes.

Adaptáveis

Sistemas adaptáveis aprendem e melhoram de forma autónoma, eliminando os obstáculos que impedem o crescimento dos negócios e ajudam os humanos a tomar melhores decisões e de uma forma exponencialmente mais rápida.

Decoupling Entire IT Stack Decoupling Entire IT Stack Decoupling Entire IT Stack graph

Mais de 80% das organizações “Leaders” concorda que a progressiva “desagregação” ou decoupling das componentes de TI é um passo chave para a adopção de sistemas adaptáveis, ao contrário das menos de 40% das “Laggards”.

Os principais indicadores das organizações adaptáveis incluem a utilização da automação e da IA, uma contínua cadeia de fornecimento de dados na cloud que potencia a IA em toda a organização, e uma arquitetura estável mas modulável, flexível e em constante evolução.

Radicalmente humano

Sistemas radicalmente humanos falam, ouvem, vêem e compreendem tal como nós, trazendo uma simplicidade a cada interação entre humano e máquina.

91
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Pie chart 91%

91% das organizações“Leaders” é extremamente eficiente no trabalho transversal entre equipas de departamentos, que combina TI e negócios de forma a criar soluções centradas no consumidor, em comparação com apenas 41% das “Laggards”.

Graças a tecnologias como o processamento de linguagem natural, visão computacional, reconhecimento da voz e machine learning, os sistemas radicalmente humanos estão-se a tornar cada vez menos artificiais e mais inteligentes, tornando-os melhores na interação e mais eficientes.

Um exemplo de “Radicalmente Humano” é a solução desenvolvida pela Accenture de Deteção de Anomalias, onde reforçámos as nossas equipas com IA de forma a encontrar anomalias ou fraudes no myTimeandExpenses e evoluir com as mudanças de comportamento dos colaboradores.

Organizações que conseguem pensar de forma sistémica, opondo-se às soluções pontuais, superam as outras em termos não só de receita mas também na sua rentabilidade.

Existe uma metodologia na forma de pensar

As organizações “Leaders” adoptam consistentemente cinco comportamentos para colmatar a lacuna na conquista da inovação e crescer mais que as restantes organizações.

As organizações “Leaders” adoptam consistentemente cinco comportamentos para colmatar a lacuna na conquista da inovação e crescer mais que as restantes organizações.

  1. Adoptar tecnologias que tornem a organização mais rápida e flexível

    As organizações “Leaders” estão adoptar dados, infraestruturas e aplicações decoupled que permitem maior flexibilidade, agilidade e uma cultura de TI mais rápida.

    Enquanto as “Leaders” optam por arquiteturas flexíveis, uniformes e expansíveis, capazes de responder às exigências do mercado, como simples pagamentos dos consumidores, as “Laggards” têm dificuldade em deixar as rígidas arquiteturas de TI que as impossibilitam de maximizar os investimentos em inovação e as torna vulneráveis a disrupções em toda a sua arquitetura de IT.

    97% dos Leaders adotam tecnologias criticas como arquiteturas microservices, containers e Kubernetes que permitem dissociação.

  2. Apostar em cloud computing

    A cloud computing é essencial para os Future Systems pois potencia que organizações utilizem outras tecnologias, como IA e analytics. Como tal, as “Leaders” vêem a cloud como um catalisador para a inovação.

    Sophisticated cloud adoption - laggards Sophisticated cloud adoption - leaders Sophisticated cloud adoption bar graph

    95% das “Leaders” adoptou serviços sofisticados de cloud, comparadas com 30% das “Laggards”, que tendem a ver a cloud como um “data center” económico.

  3. Tratar os dados como um ativo mas também uma responsabilidade.

    As “Leaders” garantem a qualidade dos dados, ao criarem medidas de segurança que antecipam ameaças e ao construirem estruturas eticamente responsáveis pela gestão de dados e AI. Isso estabelece um ciclo virtuoso de criação e consumo de dados, porque a qualidade está sempre a melhorar.

    90% das “Leaders” assegura a qualidade dos dados, comparando com apenas 40% das “Laggards”. Enquanto 90% das “Leaders” continua a enriquecer os seus dados, apenas 54% das “Laggards” estão a fazê-lo.

    De forma semelhante, a IA que utiliza os dados da organização deverá ganhar a confiança pessoas que os usam para evitar riscos de efeitos perversos na performance do negócio, reputação da marca e na conformidade com regulamentos.

    94% das “Leaders” têm uma forma sistemática de gerir a IA de maneira responsável e ética, em comparação com 49% das “Laggards”

  4. Gerir os investimentos em tecnologia de forma integrada

    As “Leaders” têm uma clara visão sobre os investimentos em tecnologia, em toda a organização.

    Systematically track ROI graph - leaders Systematically track ROI graph - laggards Systematically track ROI graph

    94% das “Leaders” acompanham sistematicamente os ROIs do investimento em automação em toda a organização, comparando com apenas 47% das “Laggards”.

    As “Leaders” procuram obter um alinhamento perfeito entre IT e o negócio, ao quebrar barreiras entre os diferentes departamentos. Instituem também centros de inovação e criam pipelines para a transferência de inovação. Por exemplo, ponderam como as melhorias em machine learning geram vendas e como a relação entre a tecnologia e os consumidores pode ser usada para prever e antecipar a rotatividade de colaboradores.

  5. Encontrar formas criativas de estimular o talento

    Uma força de trabalho imersa na tecnologia do passado é um dos grandes obstáculos para a criação de sistemas de sucesso que sejam expansíveis, flexíveis, e centrados no humano.

    Os participantes do estudo acreditam que, sem algum tipo de reskill/upskill, 52% das competências da força de trabalho das TI e quase metade (47%) das competências da força de trabalho exterior às TI, vão ser obsoletas daqui a três anos.

    87% das “Leaders” está a utilizar IA e analytics avançada para personalizar a aprendizagem, prever competências necessárias e associar os seus requisitos a modelos de formação de colaboradores. Apenas 35% das “Laggards” estão a evoluir neste aspeto.

    As “Leaders” também se certificam que o talento não tem medo de testar e apresentar ideias não tradicionais – componentes importantes de crescimento e desenvolvimento.

Quatro barreiras à inovação em escala

Em todo o mundo, as organizações referem a flexibilidade da arquitetura como a maior das quatro barreiras à inovação em escala. Os participantes foram questionados acerca da eficácia na abordagem a cada uma delas. Veja o desempenho do seu país.




Adopção de Tecnologia: Dominar as novas fronteiras da tecnologia, em velocidade e em escala.

Flexibilidade da Arquitetura: Arquiteturas flexíveis, uniformes e expansíveis, capazes de dar resposta às exigências do mercado.

Confiança nos Sistemas: Salvaguardar a confiança nos sistemas com uma constante evolução na abordagem à segurança e dados.

Custos de Transação Organizacional: Reduzir bloqueios de integração/ interação, tanto organizacionais como tecnológicos.


Planeamento
e Ação

Investir na mais recente tecnologia e trabalhar arduamente para resolver problemas à medida que eles surgem não é suficiente para chegar ao topo no competitivo ambiente de negócio atual.

Investir na mais recente tecnologia e trabalhar arduamente para resolver problemas à medida que eles surgem não é suficiente para chegar ao topo no competitivo ambiente de negócio atual.

Para escalar a inovação de forma contínua e crescer ao dobro da velocidade das restantes, as organizações têm de evoluir para um conceito de Future Systems, desenvolver a metodologia e os comportamentos das que estão no top 10%. As que esperam vão ter cada vez mais dificuldade em acompanhar, com a proliferação de novas tecnologias e aumento do ritmo de aceleração da inovação.

Agora é o momento de mudar para o futuro

As “Leaders” já desfrutam de um considerável avanço e não vão ficar paradas. Para escalar a inovação repetidamente e gerar crescimento, as organizações têm de deixar de adoptar tecnologias como soluções pontuais e evoluir para Future Systems.

Sobre a pesquisa

Foram inquiridos 8356 executivos C-level de organizações (metade de TI) de 20 indústrias e 20 países. A nossa base de dados identificou os principais indicadores de crescimento e receita num período de oito anos. Cerca de 80% das organizações incluídas possuem receitas anuais de mais de mil milhões de doláres.

Documentos de suporte

A forma como as organizações estão a investir e a implementar tecnologia corporativa tem um impacto direto e duradouro no crescimento da receita. Saiba mais sobre as metodologias e os comportamentos das organizações no top 10% - como estão a evoluir para os Future Systems e a maximizar o valor a partir de investimentos tecnológicos.

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