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Diferenciar para vencer

Entrevista a José Gonçalves, Presidente da Accenture Portugal

José Gonçalves definiu meta ambiciosas: assumir-se como parceiro de referência na transformação digital e ser uma das empresas mais atrativas para o talento nacional. O caminho? A diferenciação da oferta.

- Há uma '"nova Accenture" em Portugal?

Há uma nova Accenture, também em Portugal, que será cada vez mais visível para clientes, talento-alvo e stakeholders. Uma Accenture que assenta na inovação: todos os nossos serviços consideram os desafios e maximizam as oportunidades do mundo digital. Ajudamos os clientes a potenciar as novas tecnologias nos negócios, mobilizando um mix de competências funcionais e tecnológicas. E que aposta na criação de valor, com parcerias de longo prazo com os clientes, assentes em relações transparentes e de confiança. A nossa capacidade de mobilizar serviços end-to-end, envolvendo consultoria estratégica e de transformação, tecnologia e operações, potenciando o digital de forma transversal, é diferenciadora.

- Quais as suas ambições e metas?

No mercado, sermos o parceiro de referência para a transformação digital. Temos a ambição que os nossos clientes pensem em 1º lugar na Accenture, quando o desafio for transformar os negócios, potenciando o paradigma digital. Internamente, continuar a promover o crescimento sustentável, atraindo, desenvolvendo e retendo o melhor talento. Queremos consolidar-nos como uma das empresas mais atrativas para o talento português.

- O paradigma digital é uma irreversibilidade?

Sem dúvida. As nossas vidas dependem cada vez mais do digital. Com o tempo, o digital estará tão enraizado em tudo que deixaremos de o designar explicitamente. Quando a revolução industrial massificou a energia elétrica, passou-se algo semelhante.

- Presidir à Accenture foi uma evolução natural do seu percurso profissional?

Foi, mas existiam alternativas Na Accenture, há sempre várias opções de crescimento profissional quando começamos a sentir-nos na área de conforto. Promovemos a exposição do talento a novos desafios. É um privilégio poder liderar esta empresa e um desafio profissional fantástico. Permite-me ter uma visão global da organização e contribuir de forma transversal para o crescimento do negócio; dado que a minha carreira se desenvolveu sobretudo na energia e utilities. Implica também maior visibilidade e de posicionamento institucional da empresa, o que é muito interessante e motivador.

Hard ou soft skills: o que pesa mais na contratação de talento?

Apostaria nos 50/50 para se ser um profissional completo. Embora reconheça que conheço profissionais de sucesso com lacunas fortes em hard skills, sendo que o contrário é muito raro.


(Comunicações | 01/03/2017)