Lisboa, 23 de agosto de 2018 – No âmbito do Dia Internacional da Igualdade Feminina, a Accenture reforça a importância da promoção de uma cultura de igualdade nas empresas, enquanto um fator-chave para obter o máximo valor das pessoas. O estudo da Accenture intitulado Getting to Equal 2018 teve como objetivo medir a perceção dos colaboradores relativamente aos fatores que contribuem para a sua cultura empresarial. Nesse sentido, foram identificados 40 fatores que, quando presentes no local de trabalho, conduzem a uma cultura de igualdade onde todos os colaboradores podem ser bem-sucedidos.

Segundo esta análise, fatores como flexibilidade, promoção do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, autonomia ou respeito pelo indivíduo garantem quatro vezes maior probabilidade de as mulheres alcançarem cargos superiores de direção a nível global, ou seja, por cada 100 executivos do género masculino, poderiam existir até 84 mulheres na mesma função, face ao atual rácio de 100 para 34. A questão salarial poderia ser igualmente revista: o salário das mulheres poderia aumentar em cerca de 51% por ano em empresas com uma cultura mais inclusiva. E não são apenas as mulheres a prosperar numa cultura de igualdade: o estudo demonstrou também que existe uma maior progressão de carreira de homens em ambientes organizacionais mais equitativos.

O relatório mostra ainda que iniciativas exclusivas para mulheres podem ser contraproducentes. Por exemplo, quando é encorajado pelas empresas que também os homens aproveitem a licença de paternidade, o impacto negativo na carreira das mulheres ao gozar a sua licença de maternidade é eliminado. "A cultura empresarial é definida a partir de cima. Para que as mulheres possam ascender, a igualdade de género deve ser uma prioridade estratégica para o CEO e para o Conselho de Administração das empresas", afirma Fernanda Barata de Carvalho, Inclusion & Diversity Lead da Accenture Portugal.

1.500 dos inquiridos no estudo Getting to Equal 2018 fazem parte da comunidade LGBT, tendo o estudo avaliado também as suas perceções, revelando que, em empresas onde existe uma cultura mais inclusiva, os profissionais LGBT revelam maiores características de liderança, uma maior probabilidade de atingir cargos superiores e maior satisfação com as suas carreiras. Em ambientes empresariais com estes fatores, observou-se ainda que os profissionais LGBT têm uma probabilidade superior de chegar à equipa executiva, bem como a outros cargos de liderança. Em organizações onde a cultura de igualdade não está tão presente, os colaboradores LGBT estão mais propensos a sofrerem discriminação e/ou assédio, sendo que mais de metade destes colaboradores já recebeu solicitações para mudar a sua aparência de forma mais adequada ao local de trabalho.

A Accenture assumiu um compromisso com a promoção da inclusão e com o desenvolvimento da diversidade e pretende assegurar a cada um dos seus colaboradores um sentimento de pertença, onde todos se sentem aceites, independentemente da sua etnia, religião, orientação sexual, idade ou incapacidade, e estão confortáveis para falar sobre temas como religião ou raça. "A diversidade não deve ser encarada como um obstáculo, mas sim uma força, uma fonte de inovação, criatividade e vantagem competitiva. Cada pessoa traz a sua perspetiva e aptidões únicas, tornando-se assim num ativo diferenciador que contribui de modo ímpar para a nossa empresa", defende Fernanda Barata de Carvalho.

No estudo Getting to Equal 2018 foram inquiridos 22.000 profissionais com diferentes graus académicos, de ambos os géneros, em 34 países. Saiba mais em www.accenture.com/gettingtoequal  

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