RELATÓRIO DA PESQUISA

Resumo

Resumo

  • A nuvem não é mais apenas um jogo tecnológico no setor de saúde. É um jogo estratégico, operacional e comercial.
  • Embora organizações do setor de saúde vejam na nuvem uma prioridade de investimentos, o valor vai muito além da redução de custos com tecnologia.
  • Aumentar a escala de utilização da nuvem requer uma nova forma de organizar a arquitetura, governança, gestão e mensuração do consumo de tecnologia.
  • A nuvem pública é o destino final, pois oferece mais oportunidades para o setor de saúde se beneficiar dos serviços que já nasceram na nuvem.


Há dois anos, as organizações do setor de saúde ainda estavam experimentando a nuvem pública. Agora, trabalham na migração dos sistemas legados para a nuvem, e transformam dados e aplicações por meio de recursos que não estão disponíveis em suas soluções atuais de infraestrutura.

À medida em que as prioridades comerciais e as exigências dos consumidores mudam, as tecnologias modernas baseadas na nuvem ganham uma importância sem precedentes para o setor de saúde. No entanto, aumentar a escala da nuvem pode ser complexo. A indústria de saúde está em plena transformação. E um ambiente híbrido na nuvem pode resolver vários desafios do setor.

Mas como um setor historicamente avesso ao risco pode fazer essa mudança com a agilidade necessária? Ao superar as limitações da tecnologia e por promover a integração natural entre os mundos internos e externos, a nuvem permite criar um ambiente no qual as pessoas, sistemas e parcerias expandam seu potencial e gerem valor.

O caminho futuro dos serviços de saúde passa pela nuvem pública. O DATASUS, do Ministério da Saúde, utiliza a nuvem pública em conceito multinuvem como arquitetura para a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

Por que a nuvem no setor de saúde, e por que agora?

Quatro motivos importantes justificam ações urgentes do setor de saúde para desenvolver e implantar uma estratégia na nuvem. A questão não é mais “por que” a saúde precisa da nuvem: a questão é como aumentar a escala da nuvem num momento em que a dinâmica do setor muda rapidamente.

1. O interesse dos líderes em adotar a nuvem

A nuvem está no radar de líderes que focam em benefícios estratégicos, como aumento da segurança e integração dos ambientes internos e externos.

2. Provedores de nuvem atentos ao setor de saúde

Os fornecedores de serviços na nuvem querem expandir os serviços oferecidos ao setor de saúde para além das aplicações essenciais de TI.

3. Nuvem pública e seus benefícios escaláveis

A migração em larga escala para a nuvem pode representar uma economia anual de 20% a 40%.

4. A nuvem pública é mais segura, por concepção

Na nuvem pública, o padrão é recusar acesso – o que aumenta a segurança como um todo.

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É hora de agir

A intenção de aumentar a escala da nuvem é uma coisa; outra coisa bem diferente é agir para que isso aconteça. Para aumentar os investimentos na nuvem pública, as empresas do setor de saúde precisam responder a três perguntas comuns:

  1. Como devemos nos organizar em torno da nuvem?
  2. É preciso ter um novo modelo, que considere a operação na nuvem. Esse novo modelo é necessário para fomentar a colaboração entre diferentes áreas comerciais e de TI, que costumavam trabalhar de forma isolada. Sem a dose certa de participação da liderança e de diferentes áreas, as organizações não conseguirão atingir todo o potencial da nuvem, e terão dificuldades para se transformar.

  3. Como impulsionar mudanças rápidas diante de um cenário que inclui sistemas legados complexos e déficits técnicos?
  4. Modernizar sistemas legados é um processo caro e complexo. No entanto, as empresas do setor de saúde não devem se assustar diante de um desafio tão grande. A estratégia mais sensata é concentrar os esforços na modernização de processos essenciais, cuja transformação é prioritária. Não é preciso fazer tudo de uma vez só.

  5. Como considerar os benefícios oferecidos a diferentes stakeholders?
  6. O trabalho agressivo das empresas de saúde para atingir suas estratégias de nuvem exige, necessariamente, a participação da liderança, para além dos executivos de TI, de modo a apoiar a transformação. O “comprador” não é mais apenas o CIO ou um líder de infraestrutura. E a justificativa comercial não se resume mais apenas a custos: ela está relacionada ao crescimento e ao valor da empresa como um todo.

Sobre os autores

Leonardo Fraga

Diretor em Technology Strategy & Advisory


Rene F. Parente

Accenture Leadership


Lincoln A. Moura Jr., PhD

Management Consulting Principal Director


Caio P. Maia

Business Strategy Senior Manager


Andre Fiorilli

Accenture Leadership

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