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A Indispensável Confiança​
SCROLL

Decodificando o DNA Organizacional​

Confiança, Dados e Geração de Valor no Ambiente de Trabalho Digital

As empresas estão despertando para uma nova e próspera fonte de crescimento: grandes quantidades de dados sobre trabalho e força de trabalho que têm o poder de desenvolver o verdadeiro potencial de seus funcionários. Esses dados podem viabilizar novos níveis de desempenho nos negócios — incluindo maior agilidade, produtividade e inovação —, além de melhorar a vida dos funcionários. Quase 8 entre 10 líderes de negócios que entrevistamos afirmaram usar dados da força de trabalho para ajudar a desenvolver seus atuais negócios.

A coleta de dados (por meio de novas tecnologias, tais como dispositivos vestíveis, os wearables, atividades on-line e aplicativos para o ambiente de trabalho) é, no entanto, arriscada. A má utilização de dados pode comprometer a privacidade ou os direitos individuais, levar a decisões erradas ou ao mau uso de habilidades e, em última instância, levar a uma consequente perda de confiança por parte dos funcionários da organização.

Nossa pesquisa revelou que 62% das empresas estão usando extensivamente novas tecnologias e fontes de dados da força de trabalho. Mas apenas 30% dos líderes de negócios estão certos de que sua organização está utilizando os dados de forma altamente responsável. Embora os funcionários tenham alguma apreensão, eles são majoritariamente a favor da prática, desde que os dados sejam coletados de maneira responsável e em seu benefício.

O custo resultante da decodificação irresponsável do DNA organizacional é alto, assim como são altos os ganhos por fazê-la corretamente: a diferença nas taxas de crescimento entre perder ou ganhar a confiança dos funcionários por meio do uso de dados da força de trabalho pode chegar a 12,5% ou US$ 3,1 trilhões globalmente.​

62%

das empresas estão usando extensivamente novas tecnologias e fontes de dados da força de trabalho.

Apenas 30%

dos executivos em nível de diretoria estão certos de que sua organização está utilizando os dados de forma altamente responsável.

92%

dos funcionários são favoráveis à coleta de dados sobre si e seu trabalho em troca de um aumento de sua produtividade, bem-estar e outros benefícios.

12,5%

do crescimento de receita está em jogo. ​
Essa é a diferença nas taxas de crescimento entre perder ou ganhar a confiança dos funcionários por meio do uso de dados da força de trabalho. Isso equivale a US$ 3,1 trilhões globalmente.

VÍDEO DE 3 MINUTOS

Vídeo

Eva Sage-Gavin fala sobre confiança, dados e ambiente de trabalho digital.​

A Grande Aposta da Busca por Confiança

Se as empresas conseguirem desenvolver confiança em sua força de trabalho, elas gerarão valor — para a empresa e para as pessoas. A nossa pesquisa identificou os fatores das práticas de dados da força de trabalho que, segundo os funcionários, mais influenciam seu nível de confiança nos empregadores, e modelamos esses fatores de forma a mostrar o impacto financeiro pela não decodificação, de forma responsável, do DNA organizacional. Se as empresas adotarem estratégias irresponsáveis de dados, correm o risco de perder mais de 6% do crescimento futuro das receitas.​

Mas se usarem estratégias responsáveis de dados, os dividendos por conta da confiança podem chegar a bem mais do que 6% do crescimento futuro das receitas.​

12.5%

Essa diferença em crescimento das receitas equivale a um valor em jogo de mais de US$ 3 trilhões.​

O Dividendo por conta da Confiança no Uso dos Dados: O Impacto da Confiança da Força de Trabalho no Desempenho Financeiro​

Trust level graph

Numa época em que as empresas estão usando dados da força de trabalho disponibilizados recentemente para gerar mais valor, a liderança responsável é a chave para o desenvolvimento da confiança dos funcionários. A confiança é a moeda definitiva — é o caminho para a inovação e promove o crescimento por meio do aproveitamento do potencial das pessoas.”

Ellyn Shook, Diretora de Liderança e Recursos Humanos, Accenture

Sobre a Pesquisa

A Accenture combinou técnicas de pesquisa quantitativas e qualitativas para compreender e medir as atitudes e a prontidão dos funcionários e diretores em relação ao uso de dados da força de trabalho e modelamos os efeitos da coleta desses dados sobre a confiança empregado-empregador.​

A pesquisa foi realizada entre outubro e novembro de 2018 e incluiu um levantamento de 13 setores.​

CONCEDA CONTROLE. GANHE CONFIANÇA.​

Os líderes devem dar às pessoas mais controle para que elas possam gerenciar e até mesmo ter a posse de seus próprios dados.

Dar para receber

70%

dos funcionários afirmam que em troca da sua permissão para coleta de dados, os empregadores terão de dar a eles mais controle sobre como esses dados são utilizados.

Os benefícios mais populares em troca dos dados são maior produtividade e desempenho; segurança no trabalho; remunerações mais justas, promoções e avaliações.​

Pergunte aos funcionários se eles querem compartilhar dados em troca de certos benefícios cada vez que os dados forem coletados.

23%

dos líderes de negócios o fazem.

46%

dos funcionários dizem que isso fortaleceria sua confiança em seu empregador.​

Compartilhe a Propriedade dos Dados com os Funcionários​

73%

das pessoas querem ser donas de seus próprios dados profissionais e levá-los quando deixarem a empresa. Isso não significa que os empregadores precisam desistir dos seus direitos, apenas que eles devem compartilhá-los com os funcionários.

Considere o uso de novos recursos, como blockchain, para que as pessoas sejam donas de algumas das informações profissionais que possam ser levadas com elas quando deixarem a empresa.​

56%

dos líderes de negócios estão abertos a essa ideia, até certo ponto.

40%

dos funcionários dizem que isso fortaleceria sua confiança em seu empregador.

Proteja a Privacidade — Juntos​

58%

dos funcionários não estão dispostos a deixar que os empregadores coletem dados caso estes não tenham sido capazes de mantê-los em sigilo quando deveriam fazê-lo. As empresas devem chegar a um acordo com os funcionários sobre quais dados devem ser compartilhados e com quem, e devem também agregar os dados e torná-los anônimos quando forem compartilhados com terceiros.​

A Airbus desenvolveu uma prova de conceito usando blockchain que permite que os pilotos compartilhem seus certificados validados de treinamento, de forma que as companhias aéreas possam acessá-los, eliminando o demorado processo de cruzamento de dados e tornando mais fácil para os pilotos encontrar um emprego. Isso ajudará o setor de aviação a atender a demanda de meio milhão de novos pilotos, uma vez que o tráfego aéreo dobrará nos próximos 20 anos.​

 

COMPARTILHE RESPONSABILIDADE. COMPARTILHE BENEFÍCIOS.​

Uma coisa é ganhar a confiança dos funcionários. Outra é mantê-la com o passar do tempo. Isso exige o compartilhamento de responsabilidade por toda a diretoria e até mesmo fora da organização — assim como o envolvimento de funcionários na criação dos próprios sistemas.​

Crie um Sistema de Pesos & Contrapesos

Um único executivo em nível de diretoria deve ser responsável por iniciativas éticas com relação aos dados do local de trabalho. Hoje apenas 19% dos líderes de negócios dizem que é esse o caso. Mas outros 48% planejam fazê-lo. Uma opção: Contrate um Diretor de Ética (Chief Ethics Officer).​

Considere a contratação de eticistas para avaliar o possível impacto nos funcionários e na sociedade.

31%

das empresas o fazem.

37%

dos funcionários dizem que isso fortaleceria sua confiança em seu empregador.

Crie Sistemas Juntamente com as Pessoas:​

Isso inclui treinar as pessoas para usar dados e IA, e estimulá-las a desafiar esses sistemas e fornecer feedback.

Crie os sistemas de dados da empresa juntamente com os funcionários para dar voz aos indivíduos e à sociedade.

29%

das empresas o fazem.

42%

dos funcionários dizem que isso fortaleceria sua confiança em seu empregador.


A Telstra, maior empresa de telecomunicações da Austrália, mantém um site interno chamado MyCareer que permite que os funcionários mantenham e atualizem seus próprios dados, e ainda que contestem quaisquer informações incorretas ou incompletas. “Como empregadores, devemos permitir que os funcionários gerenciem alguns aspectos dos seus dados, e que isso seja um exercício em conjunto” afirma David Burns, Executivo do Grupo, Global Business Services, Telstra.​

VALORIZE AS PESSOAS. USE A TECNOLOGIA DE FORMA RESPONSÁVEL.​

A tecnologia é uma faca de dois gumes. Ela traz consequências não intencionais que têm impacto nos indivíduos e na sociedade. Porém, usada de formas novas e responsáveis, ela pode ajudar a superar esse lado adverso, incluindo lidar com vieses e ajudando os funcionários a controlar e compartilhar seus dados de forma segura.

Crie Oportunidades em Vez de Restringi-las

A IA pode ajudar as empresas a identificar habilidades ocultas ou adjacentes, facilitando a requalificação e retenção de funcionários cujas funções são substituídas pela automação. 94% dos líderes de negócios estão de acordo. ​

Teste e valide os resultados e as recomendações dos algoritmos de IA.

37%

das empresas o fazem. 

39%

dos funcionários dizem que isso fortaleceria sua confiança em seu empregador.

Reduza o Viés — Por Toda Parte

A IA pode identificar preconceito de gênero em anúncios de empregos e corrigi-los. 80% dos funcionários dizem que ter dados concretos confiáveis compilados por novas tecnologias melhorariam a imparcialidade das decisões sobre contratações.​

Valorize as Pessoas, Não as Penalize

Resista às tentações de vigiar, e use os dados para melhorar a forma como as equipes trabalham ou para personalizar seu treinamento. 57% dos funcionários dizem que o uso dos dados do local de trabalho melhorará seu desempenho na vida e no trabalho.​

Decodifique o DNA Humano + Máquina

A nova relação desenvolvida entre máquinas e pessoas gera uma profusão de dados. 70% dos líderes de negócios dizem que medir o desempenho conjunto de pessoas trabalhando com máquinas inteligentes seria extremamente importante para melhorar o desempenho organizacional.​

Considere a ampliação da função de Diretor de Recursos Humanos de forma a supervisionar não apenas Recursos Humanos, e sim Recursos Humanos + Máquina.​

78%

dos líderes de negócios acreditam que a ampliação da função é necessária.

A Schlumberger, empresa de serviços para campos de petróleo, usa algoritmos de IA e analíticos avançados para melhorar as operações — incluindo análise de vídeo de pessoas trabalhando — de forma a aperfeiçoar os processos de trabalho. A empresa informa os funcionários e em troca fornece benefícios. Ela também torna os dados de vídeo anônimos e os agrupa, dando aos indivíduos a opção de inclusão para acessar seus dados de produtividade reservadamente e melhorar seu desempenho.​

Conheça o Básico

Como a decodificação do DNA organizacional pode gerar valor no ambiente de trabalho digital.​

Putting Trust to Work PDF Cover - Full Research

Relatório Completo
da Pesquisa

Aprofunde-se na pesquisa para saber mais.

Putting Trust to Work PDF Cover - Full Research

Sumário
Executivo

Leia esse resumo para ver alguns destaques selecionados.

LEITURA DE 5 MINUTOS

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O tempo está curto? Veja aqui um resumo de 5 minutos.

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LEITURA DE 5 MINUTOS

Infográfico

Resumo dos principais fatos.​

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Colaboradores

Ellyn J. Shook
Diretora de Liderança e Recursos Humanos, Accenture
Mark A. Knickrehm
Diretor Executivo do Grupo, Accenture Strategy
Eva Sage-Gavin
Diretora Executiva Sênior, Talentos e Organização, Accenture
Susan Cantrell
Líder de Projeto, Talentos e Organização, Accenture​

Sobre os Autores​

Ellyn Shook
ELLYN SHOOK

Diretora de Liderança e
Recursos​ Humanos, Accenture

ellyn.j.shook@accenture.com

@EllynJShook1

Ellyn é responsável por ajudar as 469 mil pessoas da Accenture a prosperar profissional e pessoalmente. Sua equipe global de líderes e especialistas em RH está reinventando práticas de liderança e de talentos — incluindo usos inéditos de tecnologia para desenvolver o potencial das pessoas — para criar o ambiente de trabalho mais verdadeiramente humano na era digital.​

Isso diferencia a Accenture no mercado e estimula sua capacidade de melhorar a forma como o mundo trabalha e vive. Ela frequentemente aconselha clientes que buscam aprender com a transformação em larga escala de talentos que ela comandou na Accenture.​

Membro do Comitê de Gestão Global e do Comitê de Investimentos da Accenture, Ellyn é defensora da inclusão e da diversidade. Ela faz parte do conselho de diretores do Harvey Mudd College, do Conselho de Liderança para Mulheres do programa Mulheres e Políticas Públicas da Harvard's Kennedy School e do comitê de direção da Paradigm for Parity.

Ela é ativa na Women in America e na Ellevate Women's Network, e também é membro da divisão HR50 da World50. Um artigo de 2015 na Forbes.com nomeou Ellyn como um das 10 melhores CHROs. Ela é uma reconhecida como líder, autora e palestrante de assuntos sobre força de trabalho do futuro, inclusão e diversidade.

Ellyn é bacharel em ciências pela Universidade de Purdue.

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Mark Knickrehm
MARK KNICKREHM

Diretor Executivo do Grupo, ​
Accenture Strategy​

mark.a.knickrehm@accenture.com

@Mark_Knickrehm

Mark lidera equipes que focam na resolução dos maiores desafios dos clientes na intersecção de negócios, tecnologia e operações — ajudando executivos em nível de diretoria a desenvolver estratégias para transformar suas organizações.​

Ele é um líder de pensamento sobre como as tendências e tecnologias emergentes irão impactar modelos de negócios e diferentes setores, especialmente em relação à disrupção digital, competitividade e força de trabalho do futuro num mundo digital. Seu mais recente trabalho analisa o papel da confiança na era digital e seu impacto no desempenho dos negócios.​

Mark também é membro do Comitê de Gestão Global da Accenture. Ele é bacharel pela Northwestern University e possui mestrado em administração de empresas pela Universidade de Chicago. Ele está atualmente em Los Angeles, depois de passar três anos morando e trabalhando na Ásia.

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EVA SAGE-GAVIN
EVA SAGE-GAVIN

Diretora Executiva Sênior, ​
Talentos e Organização, Accenture

eva.sage-gavin@accenture.com

Eva lidera equipes que ajudam os clientes da Accenture a aproveitar as novas tecnologias digitais e desenvolver sua força de trabalho para inovar, explorar novas fontes de valor e "liderar no Novo".​

Ela tem três décadas de experiência em empresas Fortune 500 para ajudar as organizações a colocar em prática as habilidades e estratégias de talentos que fortalecem a agilidade nos negócios e a resiliência. Suas equipes entregam estratégias que permitem que os CEOs naveguem pela disrupção numa época de intensa competitividade e volatilidade.​

Eva desempenha um papel fundamental na definição da estratégias, incluindo ofertas e investimentos. Eva ocupou cargos em diversas empresas globais de consumo, tecnologia e varejo. Ela foi a primeira mulher de vários conselhos de empresas de tecnologia pública e é a ex-co-presidente da Bay Area da organização de Diretores Corporativos Femininos. Ela é diretora-residente da Escola de Relações Industriais e Trabalhistas da Universidade de Cornell e professora convidada da Escola de Pós-Graduação em Administração da Universidade de Stanford. Eva também foi a ex-vice-presidente de habilidades para o futuro da América no Instituto Aspen.

Eva é bacharel em relações industriais e trabalhistas pela Cornell University.

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