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TECH VISION 2016 – SAÚDE DIGITAL


VISÃO GERAL

Empresas líderes na era digital sabem que para se ter sucesso não basta simplesmente preencher uma lista de exigências de tecnologia e necessário envolver pessoas. Acompanhar a tecnologia em transformação é vital. Mas, hoje, é igualmente importante promover a evolução da experiência do consumidor, as oportunidades de desenvolvimento de carreira para profissionais em saúde e métodos de entrega de atendimento em saúde. A tecnologia pode viabilizar a inovação por meio das organizações de saúde, contudo a verdadeira evolução será liderada pelas pessoas.

O Tech Vision 2016 – Saúde Digital investiga cinco tendências por trás de uma abordagem de “As pessoas em primeiro lugar”: automação inteligente, forças de trabalho líquidas, a economia da plataforma, ruptura previsível e confiabilidade digital.

O objetivo final? Integrar a mudança em seu DNA organizacional pelo meio mais eficiente possível. Seu time.

SOBRE A VISÃO DE TECNOLOGIA

Todos os anos, os times do Tech Vision and Accenture Research trabalham para identificar as evoluções tecnológicas que terão o maior impacto sobre as empresas, governos e outras organizações nos próximos três ou cinco anos. O processo de pesquisa iniciou em 2015 com os dados obtidos a partir da visão do Technology Vision External Advisory Board, grupo composto por mais de 20 especialistas dos setores público e privado, universidades e as empresas empreendedoras. Além disso, a equipe do Tech Vision realizou entrevistas com especialistas da indústria, além de mais de 100 líderes de negócios da Accenture.


NOSSOS ESPECIALISTAS EM SAÚDE

Kaveh Safavi

Kaveh Safavi, M.D., J.D.
Senior Global Managing Director, Accenture Health

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Brian Kalis

Brian Kalis
Managing director, Accenture Health

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INFOGRÁFICO

Conheça as principais tendências digitais disrupturas na área da saúde.

BAIXE O INFOGRÁFICO

Automação Inteligente

Faça as coisas de modo diferente, faça coisas diferentes e crie novos empregos, produtos e serviços na área da saúde.

O poder exponencial das pessoas e máquinas muda a área da saúde da forma como a conhecemos. A automação inteligente torna a entrega e a administração do atendimento em saúde mais leve em todo o ecossistema de saúde. Robôs podem fazer tarefas de manutenção na casa até avatares agilizando o processo de recepção de pacientes — não se trata de substituir pessoas, mas de permitir que as pessoas trabalhem de forma mais eficiente e onde sejam mais necessárias.

A diferença de dados

Dados desvinculados já estão sendo capturados em prontuários médicos eletrônicos e sistemas de administração de sinistros. A lista de fontes de dados disponíveis cresce constantemente — desde microchips integrados que monitoram sinais vitais até uma pílula "inteligente" que analisa bactérias nos órgãos internos. Agora, essas informações podem ser postas em uso em outros sistemas, como finanças ou cadeia de suprimentos, para ajudar a maximizar recursos. Os dados podem ajudar clínicos a tomarem decisões informadas por meio de algoritmos monitorados por computadores e podem conseguir fazer com que os suprimentos certos cheguem ao lugar certo na hora certa. O aprendizado por máquinas evolui a identificação e resolução de fraude, descarte e abuso — uma grande falha no sistema da área de saúde.

Simplifique o caminho

A Internet das Coisas também pode melhorar a experiência para pacientes por meio da navegação de bolso. Os aplicativos podem lhe orientar passo a passo até uma clínica, da sua porta até a sala de espera. Beacons que enviam informações a um aplicativo de navegação também podem rastrear a localização de um paciente, tornando as informações acessíveis para as famílias e equipe de enfermagem. Planos de saúde podem usar os dados para ajudar a orientar os consumidores no processo de decisão sobre o melhor o plano para eles. A automação inteligente é o novo parceiro da assistência médica na era digital, pois tira as coisas da “lista de coisas a pensar” e cria valor enquanto reduz a carga.

 

Na verdade, automação Inteligente significa combinar a tecnologia com as pessoas para que um trabalho seja feito – de forma mais efetiva ou de forma mais produtiva.

Força de Trabalho Líquida

As demandas digitais de hoje exigem conjuntos de habilidades mais ágeis na área da saúde.

A composição da força de trabalho muda constantemente. O digital criou uma força de trabalho mais fluida que pode levar ajuda aonde é necessária. Você tem uma criança doente? Os serviços digitais permitem que você faça uma consulta por Skype com um pediatra. Tem uma gravidez de alto risco? Por meio da tecnologia virtual, um especialista em Nova York pode tratar um paciente doente no Novo México.

Trabalhe a mudança

Essa fluidez e flexibilidade emergentes são um ajuste para a maioria das organizações na área da saúde. Portanto, requerem algumas mudanças fundamentais em como a empresa está estruturada, como as pessoas estão treinadas e como a cultura se adapta a novas formas de trabalhar possibilitadas pela tecnologia. A força de trabalho líquida de hoje quer um novo tipo de vida de trabalho que atenda a seus desejos de experiências personalizadas e conexões pessoais. A automação pode liberar os trabalhadores para construírem habilidades críticas e crescerem. E, em vez de gastar tempo na rotina, podem concentrar-se em trabalhos mais significativos que requerem avaliação e interação pessoal.

Resultados positivos

Essas mudanças na força de trabalho vêm com benefícios. O desenvolvimento contínuo de habilidades permite que as organizações lancem inovações e serviços diferenciados mais rapidamente. Planos de saúde podem usar crowdsourcing para ouvir inovadores e empreendedores que podem entregar soluções que melhoram a experiência do consumidor. Com uma maior diversidade de opções de tratamento, os planos de saúde podem fazer mudanças positivas, como reembolsar por consultas virtuais. E o atendimento virtual dá aos pacientes o atendimento conveniente e acessível que querem, quando e onde querem.  

 

A força de trabalho líquida permite resolver carências que, de outra forma, deixariam de atender muitas as pessoas.

Economia de Plataforma

Os ecossistemas são o novos alicerces da saúde digital.

As plataformas possibilita cidades inteligentes, máquinas conectadas, análises de consumidores robustas, entre outros. Na área da saúde, elas proporcionam a tecnologia subjacente que pode tornar as experiências na área da saúde mais conectadas. Algumas empresas mergulharam de cabeça nas plataformas, enquanto outras estão apenas começando a usar tecnologias digitais e baseadas em nuvem como um primeiro passo no mundo das plataformas.

Potencial das plataformas

O poder das plataformas não deve ser subestimado. Mais que nunca, elas podem conectar todo o ecossistema da área da saúde — pacientes, provedores e planos de saúde. Imagine um futuro no qual os indivíduos acessarão uma central para agendar uma consulta, conferir seu prontuário médico eletrônico ou pagar pequenas despesas. Os provedores rastrearão a atividade de um paciente desde o hospital até sua casa. Após a alta, os dados do monitor de pressão do paciente, em conjunto com analíticos, podem indicar uma potencial complicação e dar aos provedores tempo hábil para tomar ações corretivas.

Os planos de saúde usarão plataformas para se conectarem com clientes de maneiras mais significativas. Por exemplo, existem plataformas de engajamento, como Rally Health e Welltok, para coletar dados de wearables e dar recompensas ou descontos premium pelo progresso.

Privilégios de plataforma

As plataformas podem ajudar a reduzir custos pessoais para clientes com estilo de vida mais saudáveis. Mais ainda, podem tornar o acesso a serviços, anteriormente difícil, mais corriqueiros. Existem planos de saúde líderes que disponibilizam programas de bem-estar para as massas pois as plataformas facilitam a expansão dessas ofertas, assim como a integração delas em experiências existentes e com boa relação custo-benefício.
  

 

O conceito de Economia de Plataforma mostra que é preciso uma combinação de tecnologias para chegar aos resultados.

Ruptura Previsível

Os ecossistemas digitais confundem as fronteiras na área da saúde, de forma previsível.

Na economia digital de hoje, a disruptura é onipresente. Muda a forma como consumimos tudo — de produtos a entretenimento. À medida que os consumidores querem serviços cada vez mais personalizados, sob demanda, a área da saúde não fica imune. Certamente agora é hora de esperar o inesperado.

Novos ecossistemas se formam

As linhas entre setores se confundem e novos ecossistemas surgem. Players não tradicionais passam a competir na área da saúde. Startups, wearables e fabricantes de dispositivos estão atentos para captar como os consumidores agem e reagirem em tempo real.

Avanços como realidade virtual podem romper com o atendimento tradicional ao colocarem um clínico virtual em regiões rurais onde há escassez de médicos. Os clínicos podem aprimorar suas habilidades com segurança usando tecnologia de jogos para praticarem a execução de procedimentos invasivos. Assim as possibilidades aumentam exponencialmente.  

Esteja à frente da disruptura

A disruptura poderá ser um divisor das águas se uma empresa for capaz de prevê-la. Organizações na área da saúde precisam se conectar com outras de fora do setor para buscar novas oportunidades de disruptura. Quanto maior fica o sistema, mais valioso ele é. Se o setor bancário dominou os pagamentos móveis, os planos de saúde devem explorar aplicativos móveis que possam tornar os pagamentos de despesas pessoais indolores para os consumidores. Se empresas como a Spotify podem entregar música como serviço com sucesso — do carro para a casa para o telefone — os provedores de saúde também devem olhar para o modo como o atendimento pode ser entregue como um serviço.

Se os planos de saúde, as empresas farmacêuticas e os hospitais continuarem trancados em velhos modelos legados, perderão relevância à medida que o setor avança a uma velocidade sem precedentes.

 

A Disuptura previsível reconhece o fato de que a mudança acontece rapidamente, mas podemos saber que acontecerá

Confiabilidade Digital

Assim como os riscos de segurança de dados na área da saúde aumentam, também aumentam as oportunidades de ganhar a confiança do consumidor.

Proteger a privacidade se tornou a grande aposta na área da saúde. Agora, as organizações precisam descobrir como gerenciar de forma responsável e ética uma massa de dados de consumidores que aumenta em volume a cada minuto. Se administrado adequadamente, esse grande tesouro de dados pode ser uma ferramenta para criar serviços personalizados e construir a confiança do consumidor.

Desconfiança digital

Os consumidores na área da saúde querem que seus dados cheguem apenas as pessoas certas no momento certo. Portanto, é fundamental para as organizações na área da saúde garantirem que a segurança e a privacidade estejam integradas em cada estágio da jornada do consumidor. Por exemplo, como os provedores impedem que hackers roubem dados de uma bomba de insulina automatizada ou monitor de atividade física? A Fitbit se deu conta dos crescentes níveis de desconfiança digital, e, desde então, está em conformidade com a Lei de Portabilidade e Responsabilidade em Seguro Saúde. Outras empresas provavelmente deverão segui-la, à medida que as expectativas em relação à confiança digital continuem a aumentar. 

Mais competidores, maior potencial de risco

Os ecossistemas expandem o número de elos potencialmente fracos na cadeia digital. As organizações na área da saúde precisam administrar uma variedade de novas fontes de dados e uma infinidade de dispositivos conectados. Os hospitais enfrentam uma preocupação constante de que os dispositivos de funcionários podem ser o elo mais fraco por onde um hacker pode entrar. Acrescente-se a isto o fluxo de informações fornecidas por consumidores, que têm suas vulnerabilidades inerentes, especialmente com o crescente uso de tecnologias digitais.

A exposição continuará a aumentar, então medidas precisam ser tomadas para proteger a privacidade e a segurança dos dados e construir a confiança digital. Políticas e procedimentos sólidos precisam ser implantados para regular o ecossistema. Mais ainda, essas políticas precisam ser reveladas e entendidas para garantir o correto consentimento e acesso à informação.

 

[Consumidores] não querem apenas que suas informações estejam seguras, mas também querem garantir que essas informações cheguem apenas às pessoas para as quais eles querem que cheguem

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Acompanhe o webcast sobre as cinco tendências digitais que redefinem saúde destacadas no Health Tech Vision 2016 apresentado por Kaveh Safavi, M.D., J.D, Líder Global de Saúde na Accenture e Jane Sarasohn-Kahn, economista de saúde, consultora e blogueiro do Health Populi.

Kaveh Safavi

Kaveh Safavi, M.D., J.D.
Senior Global Managing Director, Accenture Health

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Jane Sarasohn-Kahn

Jane Sarasohn-Kahn
Health Economist, Industry Advisor and blogger at Health Populi

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