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Brasil: Pesquisa da Accenture avalia comportamento dos pacientes

O estudo revela atitudes do público relacionadas a provedores atuais e recursos digitais de serviços médicos.

Visão geral

A Pesquisa da Accenture aponta várias conclusões interessantes:

Quase todos os consumidores no Brasil (89% a 93%) dizem que os recursos eletrônicos utilizados pelos médicos são importantes. Nove em cada dez consumidores (93%) dizem que receber lembretes por e-mail é um pouco ou muito importante. Parte dos entrevistados diz que a renovação de receitas on-line é importante: 89% dizem que esse recurso é um pouco (25%) ou muito (64%) importante. Curiosamente, de todas as faixas etárias, os consumidores mais jovens – entre 18 e 24 anos – são menos propensos a dizer que esses recursos são muito importantes.

Menos da metade dos consumidores (15% a 39%) dizem que seus fornecedores têm recursos eletrônicos, embora isso varie de acordo com o serviço. Mais de um terço dos consumidores (39%) pode marcar consultas pela internet, enquanto menos da metade desse grupo (15%) pode solicitar renovação de receitas eletronicamente. Um quarto (25%) pode receber lembretes ou acessar seus registros médicos on-line.

Muitos consumidores atualmente acompanham aspectos de sua própria saúde. Os indicadores mais monitorados são peso e pressão arterial (41%); atividade física ou dieta (39%). Cerca de um terço (35%) não segue nenhum dos itens de saúde pesquisados.

Cenário

A pedido da Accenture, a Harris Interactive realizou pesquisa on-line com 9.015 adultos (18 anos ou mais) em nove países: Austrália, Brasil, Canadá, Inglaterra, França, Alemanha, Cingapura, Espanha e Estados Unidos. No Brasil, 1.004 adultos participaram da pesquisa. O levantamento avaliou as atitudes do público sobre processos atuais e recursos eletrônicos dos provedores de serviços médicos. Sempre que necessário, são utilizados resultados selecionados da pesquisa de médicos da Accenture para comparar respostas do médico e do paciente. A pesquisa foi realizada entre 25 e 31 julho de 2013 e sua margem de erro é de 3%, para mais ou para menos.

Análise

Cerca de 90% dos consumidores dizem que os recursos digitais são importantes (um pouco ou muito). Agendar a consulta pela internet é muito importante para quatro em cada cinco consumidores (79%). Comunicação por e-mail, embora muito importante para 64% dos consumidores, está entre as últimas prioridades entre os itens pesquisados.

Mais de um terço dos consumidores (39%) pode fazer consultas pela internet. O acesso online aos registros médicos é feito por 25% dos entrevistados: renovar receitas (15%) e se comunicar por e-mail é seguro (30%). Curiosamente, a maioria dos consumidores que não tem acesso on-line aos registros médicos (71%) considera trocar a operadora de saúde para obter este acesso.

Mais de um terço dos consumidores acompanha seus indicadores de saúde, incluindo peso e pressão arterial (41%), atividade física ou dieta (39%) e histórico de saúde (36%).

Recomendações

Os consumidores que consideram importante (muito/um pouco) o acesso eletrônico aos seus registros médicos são mais propensos a mudar de operadora de saúde para obter este acesso (74%). Em contrapartida, 28% dos pacientes não acham essa questão relevante (de modo algum/muito).

A diferença entre o pleno acesso preferencial e real aos registros médicos eletrônicos (EHRs) é ampla; pouco mais de um em cada dez (13%) consumidores tem acesso completo, enquanto 76% dizem que devem ter pleno acesso.

Para mais informações, entre em contato com:

Lourenço Mendonça

Líder da prática de Serviços Públicos e de Saúde da Accenture na América Latina