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RELEASE

Disparidade de salários entre gêneros pode ser reduzida com três poderosos aceleradores de carreira


São Paulo, 8 de março de 2017 – Uma pesquisa que acaba de ser finalizada pela Accenture (NYSE: ACN) revela que as universitárias que irão se formar em 2020 em mercados emergentes poderão ser a primeira geração a eliminar as diferenças salariais entre gêneros.

O relatório, Getting to Equal 2017, revela que dentro de algumas décadas as disparidades salariais poderiam ser resolvidas se as mulheres se beneficiassem de três equalizadores de carreira, e se empresas, governos e universidades fornecessem o apoio necessário.

Com esses fatores, as disparidades salariais em mercados desenvolvidos poderiam ser resolvidas até 2044, o prazo para atingir a paridade em 36 anos. Já nos mercados em desenvolvimento, tais mudanças poderiam eliminar mais de 100 anos de atraso para alcançar a igualdade de remuneração, atingindo-a até 2066, ao invés de 2168.

"A futura força de trabalho deve ser igualitária. As disparidades salariais são imperativos econômicos e competitivos que impacta todos, e devemos tomar as medidas certas para criarmos oportunidades significativas para as mulheres, além de preencher essa lacuna mais rapidamente", avalia Patrícia Feliciano, diretora executiva de Talent & Organization da Accenture no Brasil.

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A pesquisa da Accenture identificou que, globalmente, uma mulher ganha em média 100 dólares para cada 140 dólares recebidos por um homem. Entre os diversos fatores críticos que afetam a capacidade de uma mulher alcançar a igualdade de remuneração logo na universidade estão: estudantes do sexo feminino no Brasil optam com menos frequência, se compararmos com seus colegas do sexo masculino, por áreas de estudos que ofereçam alto potencial de ganhos (27% contra 29%, respectivamente); por ter um mentor (37% contra 43%); ou por aspirar posições de liderança (51% contra 60%). Além disso, as mulheres demoram mais para adotar novas tecnologias (45% contra 60%) e para iniciar cursos de computação e codificação (64% contra 82%).

O relatório - que se baseia em um levantamento de 2016 da Accenture, sobre o ‘gap’ de gênero no mercado de trabalho - destaca três poderosos aceleradores para ajudar as mulheres a eliminar esta disparidade de remuneração:

  • Fluência Digital: até que ponto as pessoas utilizam tecnologias digitais para se conectar, aprender e trabalhar.
  • Estratégia de carreira: necessidade de as mulheres terem ambições, farem escolhas conscientes e gerenciarem proativamente suas carreiras.
  • Imersão tecnológica: a oportunidade de adquirir mais tecnologia e competências digitais mais fortes para avançarem tão rapidamente quanto os homens.

"A igualdade de gênero é um elemento essencial de um mercado de trabalho inclusivo, e isso se estende à remuneração", destaca Pierre Nanterme, Presidente e CEO da Accenture. "As empresas, governos e universidades têm um importante papel a ser desempenhado no preenchimentodesta lacuna. A colaboração entre essas organizações é chave para a geração de oportunidades , ambientes e modelos adequados para a condução deste caminho à mudança".

Metodologia

A Accenture pesquisou mais de 28 mil homens e mulheres, incluindo alunos de graduação, em 29 países. A amostra incluiu uma representação equitativa de homens e mulheres, representando três gerações (Millennials, Geração X e Baby Boomers) em todos os níveis de mão de obra, em empresas de diferentes portes. A margem de erro para a amostra total foi de aproximadamente +/- 0,6%.

Os dados da pesquisa foram analisados utilizando um modelo econométrico para identificar os impulsionadores da igualdade de remuneração e desenvolvimento de carreira e, então, combiná-los com dados publicados sobre educação, emprego, liderança e pesquisas do Banco Mundial, OECD, Fórum Econômico Mundial e Nações Unidas, para em seguida explorar o impacto potencial de medidas para melhorar a igualdade. Os cálculos de disparidade salarial são baseados no modelo econômico da Accenture, que considera a percentagem menor de mulheres do que homens em trabalho remunerado.

Os países participantes do estudo foram: Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, a Grande China (inclui Hong Kong e Taiwan), Índia, Irlanda, Itália, Japão, México, Países Baixos, Noruega, Singapura, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. Indonésia, Malásia, Filipinas, Arábia Saudita e Emirados Árabes também participaram da pesquisa.

Sobre a Accenture

A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com aproximadamente 375 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com.br.

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