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No Ideas. No Gain

Foco disciplina, motivação e perseverança para ousar em ideias e soluções. As histórias da Débora Lopes, do time de Análise de Contas, Renata Maffia, analista senior, e Mario Vasconsellos, diretor executivo, têm no esporte algo em comum. Saiba como a colaboração os ajuda tanto na vida pessoal como profissionalmente

É comum que os pais incentivem os filhos a praticar esportes, mas com Débora Lopes, do time de Análise de Contas da Accenture, aconteceu exatamente o contrário. Foi a filha Yasmin, de 10 anos, quem convidou a mãe para fazer uma aula de taekwondo. Até então, Débora frequentava as aulas de aeróbica na academia, mas nem pensava em praticar artes marciais.

“Minha filha disse que o professor dela estava aceitando adultos na turma. Resolvi fazer uma aula experimental e me apaixonei”, lembra Débora. Hoje, quase dois anos depois, ela é faixa verde em taekwondo, esporte que toda a família pratica junta: o marido, também influenciado pela filha, acompanha as duas no tatame.

No taekwondo, Débora encontrou uma válvula de escape para aliviar as tensões da rotina, mas também um oportunidade para dialogar com a filha sobre valores como respeito ao próximo, autocontrole e colaboração. Para ela, esse aprendizado é a tradução perfeita do que é ser NEW WE, e vale tanto para dentro de casa quanto para o escritório.

“Dentro ou fora da empresa, colaboração é sobre agregar no processo, ajudar o próximo”, afirma. “Isso pode ser posto em prática até com ações do dia a dia. Às vezes, um simples bom dia já é suficiente para que a pessoa veja uma situação de modo diferente”.

Renata Maffia sempre adorou esportes, mas um problema no joelho a impedia de colocar esta paixão em prática. Quando ela decidiu treinar crossfit, em janeiro de 2017, muitos amigos e familiares a desencorajaram. “Todos me criticavam, falavam que era loucura. Mas a vontade foi maior”, conta.

Hoje, Renata pratica crossfit 5 vezes por semana, sob orientação atenta do treinador e com todos os equipamentos de proteção exigidos. Apesar do risco inicial, ela se declara apaixonada pela modalidade e afirma, sem pestanejar, que a decisão de experimentar o novo mudou sua vida para melhor e trouxe aprendizados importantes.

Na prática do crossfit, onde os treinos são coletivos e não seguem um roteiro pré-estabelecido, Renata desenvolve o espírito em equipe e o pensamento dinâmico, habilidades que fornecem a inspiração necessária para lidar com os desafios cotidianos, seja no trabalho ou na vida pessoal.

Para ela, ser NEW WE é não ter medo de sair da zona de conforto e encarar os novos desafios como uma forma de crescimento.

“O que me move são os desafios. Sempre busco algo melhor ou novo para aplicar no meu dia a dia e passar para as pessoas”, explica Renata, que destaca o papel da colaboração neste processo. “Colaboração é ajudar o próximo, é trabalhar em conjunto ou em grupo, é a parceria buscando um objetivo em comum. Para que uma ideia se transforme em inovação, é necessário o trabalho de todo o time, orquestrado por líderes dispostos a ouvir sugestões e defender bons projetos”.

Na vida profissional ou nos esportes que pratica, Mario Vasconsellos tem uma motivação: a a busca por novos desafios e melhores resultados. Foi esse sentimento que o atraiu para o jiu-jitsu durante a adolescência e, mais tarde, despertou seu interesse no crossfit, modalidade que pratica desde 2016.

Todos os dias, Mario começa sua rotina de treinos logo cedo, antes de ir ao trabalho. A escolha do horário não tem nada a ver com a correria do dia ou falta de tempo. Na verdade, ele explica que a tranquilidade do turno da manhã é um benefício extra que, somado aos outros que o esporte traz à saúde física e mental, ajuda a deixar a cabeça mais leve e preparada para iniciar a rotina de trabalho.

Tanto no jiu-jitsu quanto no crossfit, Mario vê paralelos com sua atividade profissional, na qual o pensamento dinâmico e a habilidade de lidar com imprevistos de forma assertiva são essenciais. “Durante uma luta ou um treino, surgem situações inesperadas que exigem raciocínio rápido. Nesse sentido, os esportes são bem parecidos com o trabalho. Gosto desse aspecto porque exercita bastante a capacidade de adaptação”.

Outro ensinamento da prática esportiva que ele transporta para o trabalho é a importância da colaboração, desenvolvida no apoio mútuo durante os treinos. “Nos dois esportes que pratico, a colaboração está muito relacionada à superação de limites. Para mim, isso se conecta à essência do que é ser NEW WE, trabalhar de forma conjunta com os diferentes perfis profissionais e pessoais que temos na empresa”, afirma.