Minha história antes de entrar na Accenture é linear do ponto de vista escolar e acadêmico, mas conta com várias curiosidades no meio da jornada. Minha família por parte de mãe sempre foi recheada de artesãos, makers e pessoas talentosas para os mais diversos trabalhos manuais – além de uma forte inclinação para ensinar e educar, contando com três professoras – inclusive minha mãe.

A escolha do “o que eu quero ser quando crescer” foi baseada em coisas que desde sempre colocavam um sorriso no meu rosto: arte, fotografia, a oportunidade de me comunicar através da escrita e uma carreira que me desse muitas possibilidades. Foi assim que escolhi a Publicidade – ela foi capaz de juntar um pouquinho de cada uma dessas coisas e ainda me abrir um campo enorme de opções.

E tudo o que mais gosto são possibilidades. A mutabilidade e adaptabilidade de um plano que tem um objetivo que não é cravado em pedra, mas torna a jornada uma parte importante e central de todo o processo.

Trabalhando em agências de marketing focadas em performance e grandes portais de conteúdo, minha rotina em cada um desses lugares sempre foi recheada de temas diversos que alimentavam a minha curiosidade nata. Em cada um desses lugares pude criar, inovar e trazer pontos de vista diferentes do cotidiano – formando a profissional que sou hoje.

Minha carreira aqui na Accenture começou de uma forma inesperada. Não imaginava que entraria em uma das maiores consultorias do mundo através de uma fusão de uma agência de performance para qual eu trabalhava. Foi tudo muito surpreendente, fiquei com frio na barriga pelo que viria por ali. Mais um desafio para encarar de frente e analisar quais seriam as novas possibilidades que se abririam, mais uma jornada importante em que eu estava prestes a me jogar.

Na mesma época em que a aquisição acontecia, eu passava por um dos momentos mais marcantes e desafiadores da minha carreira: deixava meu cargo de analista para assumir a posição de consultora que fazia parte da gestão do time. Foram dois grandes movimentos concomitantes e que me fizeram perceber a grande quantidade de caminhos possíveis que se abriam na minha frente – e o tanto que eu queria aprender e me desenvolver para alcançar novos objetivos. Uma jornada que começou cheia de novidades: da nova forma de trabalho com uma consultoria aos processos, à gestão de pessoas.

Através de um longo (e contínuo) processo de auto-conhecimento e trocas com pessoas que passaram por mim durante todo esse tempo que fui percebendo e reconhecendo algumas das potências que existiam em mim e que seriam ferramentas fundamentais para minha carreira.

Percebia com cada vez mais clareza que era uma mulher preta em um campo dominado por homens brancos. Quando olhava para as lideranças, via poucas pessoas como eu ali naqueles lugares de poder. Foi quando alguns dos caminhos que começaram a se desenhar lá atrás começaram a fazer mais sentido: eu queria ser uma referência técnica em SEO (minha especialidade desde o começo da carreira), mas também ser um exemplo de liderança empática, que busca trazer à tona o melhor que cada um tem a oferecer – além de ser o exemplo para outras pessoas pretas de que é possível chegar ali.

Durante a jornada, tive – e tenho! - apoio e suporte de pessoas incríveis que me ajudaram nos momentos de maior fragilidade, que me ajudaram a potencializar os talentos que tenho e me abriram espaço para explorar possibilidades. O fator humano foi extremamente essencial para que eu chegasse à uma posição de liderança e eu o levo como um valor fundamental para minha carreira. No fim do dia somos pessoas, cuidando e potencializando talentos de outras pessoas.

Me ver nesta posição tão desejada, e com a possibilidade de inspirar e potencializar outras mulheres pretas como eu, me dá orgulho. Um orgulho da minha própria história, das trocas que aconteceram até aqui e das infinitas coisas boas que estão por vir. É a sensação de que eu e tantas outras teremos um futuro brilhante, e que a Accenture está ali pra nos dar a pista para isso.

 

Uma curiosa nata com paixão pela resolução de problemas. Leila Vieira gosta de coletar dados e informações de diferentes fontes, cores e formas para combiná-las de uma forma inovadora e que faça sentido para a situação que tem em mãos. Na Accenture, Leila é Digital Marketing Manager de Accenture Song. Maker de coração, marketeira de profissão. Conecte-se via Linkedin.

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