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ÚLTIMOS ESTUDOS


A Gestão Empresarial e a Economia Digital

Em parceria com a AESE Business School

APRESENTAÇÃO

A AESE Business School, em parceria com a Accenture, realizou o estudo “A Gestão Empresarial e a Economia Digital”, um diagnóstico da atual situação empresarial, económica e social do país na perspetiva dos decisores das principais empresas em Portugal.

Tendo por base entrevistas realizadas a 284 executivos de topo, este estudo faz uma análise da presente situação das empresas portuguesas relativamente à sua competitividade nacional e internacional, face ao contexto económico, procurando antecipar as principais tendências para os próximos anos.

A crise por que passou a economia portuguesa e a generalidade das economias do espaço económico europeu induziu uma “revolução silenciosa” no padrão de projeção internacional das empresas portuguesas. As exportações cresceram quase 30% entre 2010 e 2015 e o seu peso no PIB, no mesmo período, alcançou os 39,9% no corrente ano – evoluções que conduziram a saldos favoráveis da balança comercial em 2013 e 2014, o que aconteceu pela primeira vez desde 1943. A necessidade de competir internacionalmente levou à transferência de recursos produtivos para os setores mais expostos à concorrência internacional, favorecendo a competitividade do tecido empresarial português. Paralelamente, a incorporação das tecnologias de informação e comunicação no âmbito empresarial constitui ela própria uma revolução, com forte impacto nas estratégias das empresas a nível global.

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PRINCIPAIS MÉTRICAS

A perceção de melhoria relativamente à competitividade das organizações portuguesas no mercado interno registou um aumento de 9 pontos percentuais, de 41% (2013) para 50% (2015).

Nesse sentido, 74% dos empresários portugueses consideram "crescer em Portugal" como prioridade absoluta ou bastante prioritário.

Ao nível das preferências por áreas geográficas, as empresas portuguesas estão a focar esforços nos seus mercados "naturais" de atuação, nomeadamente Espanha, e Europa Ocidental em geral, e os países de língua oficial portuguesa.

Face à evolução esperada no mercado, 69% dos empresários portugueses identificam a intensificação da aposta na tecnologia e o aparecimento de modelos de negócio inovadores baseados em tecnologia como tendências importantes e/ou revolucionárias.

Considerando o nível de maturidade digital das empresas portuguesas, verifica-se ainda um elevado potencial de evolução: apenas 39% têm uma estratégia digital integral e formal com um alto dirigente alocado.

CONCLUSÕES

  • Continua a observar-se uma evolução positiva da competitividade das empresas portuguesas nos mercados nacionais e internacionais;

  • Destacam-se objetivos estratégicos mais direcionados ao aumento da rentabilidade e ao crescimento no mercado nacional, embora não negligenciando a vertente internacional;

  • Ao nível da internacionalização, acentua-se o foco nos PALOP e na Europa Ocidental;

  • Apesar do aumento da competitividade das empresas nacionais, a forte concorrência e a marca continuam a ser os principais entraves à internacionalização para mercados desenvolvidos;

  • As novas tecnologias de informação e comunicação são vistas como o fator que maior impacto vai ter no contexto de negócio local durante os próximos dois anos, induzindo a inovação dos modelos de negócio;

  • Apesar do reconhecimento da importância da tecnologia, verifica-se ainda um elevado potencial para a evolução digital dos negócios nacionais.

METODOLOGIA

Este estudo baseou as suas conclusões num inquérito realizado a 284 executivos de organizações a operar em Portugal. Os inquiridos pertencem a empresas com atuação internacional, nacional e global (base estrangeira com presença em Portugal) em percentagens de 62%, 30% e 8%, respetivamente. A amostra inclui 27% de grande dimensão, 23% de média dimensão, 50% de pequena dimensão. As empresas que participaram no estudo representam a generalidade dos setores da economia portuguesa. Do total dos dirigentes que responderam ao questionário, 55% são Presidentes, Vice-presidentes ou Administradores, 23% são Diretores Gerais ou Gerentes e 22% são diretores de primeira linha e quadros superiores.

Contactos
Luis Pedro Duarte
Luís Pedro Duarte 
Managing Director
Accenture Strategy
  
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Accenture Adrian Caldart
Adrian Caldart 
Professor de Política da Empresa
AESE Business School

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