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CEO Briefing Portugal 2015: A Internet das coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas

Em parceria com The Economist

APRESENTAÇÃO

O estudo CEO Briefing 2015, realizado pela Accenture Strategy em parceria com o The Economist Intelligence Unit, traduz a estratégia digital das organizações portuguesas e a perspetiva dos seus executivos sobre a Internet das Coisas (IdC). De entre os mais de 1.400 executivos inquiridos, de 32 países e 25 indústrias, encontram-se 50 executivos portugueses.

O estudo foca-se nas estratégias de investimento em digital e na Internet das Coisas das empresas portuguesas. No que diz respeito ao investimento em digital, os executivos portugueses admitem redirecionar o seu investimento para superar os principais desafios desta tendência. No que toca ao investimento na IdC, os inquiridos reconhecem os potenciais benefícios que poderão advir desta tecnologia. No entanto, ainda estão em fase de desenvolvimento de uma estratégia e apontam como principais razões para o atraso de expansão desta tecnologia a falta de acesso ao capital e à tecnologia.

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PRINCIPAIS MÉTRICAS

Foco do investimento atual em digital

O investimento atual em digital foca-se no aumento da eficiência de processos e na redução de custos (afirmado por 62% dos executivos portugueses), por oposição à procura de novas oportunidades de crescimento e de novas formas chegar ao cliente. No entanto, o principal desafio da era digital centra-se na satisfação das novas necessidades dos clientes (respondido por 30% dos executivos entrevistados). Como forma de alinhar a estratégia de investimento em digital com os desafios desta tendência, 46% dos executivos portugueses admite alterar o foco de investimento para a satisfação das necessidades dos clientes.

Percentagem de executivos que acredita no aumento da eficiência operacional

A IdC está a tornar-se num instrumento de novas oportunidades para as empresas. Mais de metade dos executivos portugueses (54%) acredita que o maior impacto da IdC para as suas empresas será o aumento da eficiência operacional. Por outro lado, 63% dos homólogos da Europa Ocidental estão confiantes que a IdC vai potenciar o aumento das receitas. Para os executivos portugueses, outro dos impactos esperados é o aumento de postos de trabalho (96% dos entrevistados) e dos salários dos colaboradores (86% dos inquiridos).

Os principais benefícios da IdC para as organizações portuguesas são a melhoria dos níveis de controlo e da segurança operacional (para 66% e 50% dos executivos entrevistados, respetivamente), bem como a otimização da utilização dos ativos (para 48% dos inquiridos).

Mais de metade dos inquiridos (66%) afirma compreender o conceito da IdC e a maioria (92%) acredita que as suas organizações têm condições de gerar novas fontes de receita através desta tecnologia. No entanto, apenas 14% reconhece já ter uma estratégia definida, o que se verifica em linha com os homólogos da Europa Ocidental.

CONCLUSÕES

O estudo conclui que as tecnologias digitais continuam a representar uma prioridade estratégica para as empresas portuguesas. O investimento em digital das organizações portuguesas tem-se centrado maioritariamente no aumento da eficiência e na redução de custos. No entanto, os executivos entrevistados admitem seguir futuramente estratégias de investimento que enderecem os desafios desta tendência, i.e. melhorar a experiência de cliente, a posição competitiva das organizações e a sua agilidade operacional.

A maioria dos inquiridos mostra-se confiante em relação ao futuro e ao impacto positivo que a Internet das Coisas pode trazer a nível económico e a nível interno nas suas organizações. Os avanços tecnológicos são uma realidade e atualmente muito do que conhecemos e com o qual lidamos pode ser ligado à internet e transformado num meio de recolha e envio de dados. Como tal, a maioria dos executivos portugueses está em processo de definição de uma estratégia para a IdC e acredita que as suas organizações têm capacidade para gerar novas fontes de receita através desta tecnologia.

Para os executivos portugueses, a falta de acesso ao capital e à tecnologia assumem-se como os principais entraves à proliferação da IdC nas suas organizações. Os nossos pares da Europa Ocidental veem ainda a baixa procura por parte dos consumidores como outro dos entraves.

Embora muitas empresas não tenham ainda um rumo definido, as tendências indicam que a IdC conquistará, a curto prazo, um lugar decisivo nas suas estratégias de crescimento. As tecnologias digitais continuam a representar uma prioridade estratégica para as empresas e assumirão cada vez mais um papel fundamental no reforço da sua posição competitiva e na entrega de uma experiência de cliente cada vez mais enriquecedora e personalizada.


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Luis Pedro Duarte

Luis Pedro Duarte
Managing Director
Accenture Strategy

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