Com o estudo, constatou-se que a receita faturada neste ramo obteve crescimento gradual de quase R$ 10 bilhões ao ano: R$ 58,3 bilhões em 2005, R$ 66,1 bilhões em 2006, e R$ 76,2 bilhões em 2007. Os maiores faturamentos individuais foram nos planos de seguros VGBL e de automóveis, com respectivamente R$ 20 bilhões e R$ 17 bilhões. A rentabilidade também foi favorável, com melhor distribuição do lucro, menos concentrado em grandes companhias. Porém, a crise financeira que começou em 2008 e a desvalorização cambial comprometeram a participação internacional do Brasil neste setor. Foram analisadas na pesquisa, entre outubro e novembro de 2008, 25 empresas que somadas representam 90% da receita do setor no país, considerando-se os seguintes aspectos: - caracterização da seguradora: modelo definido como Bancassurance, Independente Nacional com parceria junto a um banco ou Independente Multinacional;
- mercado de seguros em 2015: o que esperam as empresas;
- produtos: quais planos de seguro mais crescerão tanto para pessoa física quanto jurídica;
- distribuição: quais serão os canais de distribuição desses planos em 2015 entre varejistas, bancos e internet;
- custos e preço: tendência de ascensão, queda ou estável;
- tecnologia: quais investimentos ajudarão o setor, em quais planos o investimento é necessário em maior grau e quais itens ganharão com a melhoria tecnológica;
- estratégia e gestão de capital: probabilidade de risco para a presença dessas seguradoras no mercado e como o crescimento dessas empresas irá se comportar ao longo do tempo analisado.
Recomendações Alguns dos pontos que auxiliam as grandes empresas deste segmento a manter seu faturamento e imagem estáveis diante do cenário atual são o outsourcing, ou a terceirização de setores internos, o estreitamento da relação entre cliente e empresa pelo CRM e investimentos em tecnologia. Faça o download do estudo Indústria Seguradora do Brasil: visão executiva da situação atual e perspectivas para 2015 completo [PDF, 2.6MB]. |